terça-feira, 1 de maio de 2012

Dia do trabalho?

Recentemente atingimos os impressionantes 7 bilhões de seres humanos habitando o Planeta Terra, feito extraordinário para uma aula de ciência sobre reprodução ou de agronomia, a fim de garantir o sustento de toda essa galera, paralelamente crítica para uma aula de economia e meio ambiente, preocupadas com o excesso de pessoas consumindo cada vez mais, do que a capacidade do mundo tem de se regenerar, tornando essa façanha global um dos maiores desafios dos 7 continentes.

A revolução indústrial do início do século XVIII sintetizou a manufatura, até a revolução tecnológica do século XX que sistematizou a eficiência produtiva, comprometeu o sustento de famílias inteiras, e favoreceu políticas assistencialistas, que subsidiam parte da população que não consegue trabalho e o próprio sustento, com parte dos impostos da produção indústrial e do comércio destinando os recursos de infraestrutura, saúde entre outros investimentos de desenvolvimento para subsistência da população carente, comprometendo seu potencial produtivo de longo prazo e consequentemente de toda engrenagem desse sistema. Temos como exemplos a Grécia e Portugal, que, a beira da falência, foram obrigados a implementar medidas de austeridade totalmente contrária as políticas estabelecidas por esses governos.

Evidentemente incapazes de manter a lei básica da economia, o equilíbrio financeiro e produtivo, respeitando os direitos dos seres humanos, procuramos em outros continentes uma forma barata de atender nossas necessidades, por meio de um pais com uma politica interna comunista como a China, em que os cidadãos não possuem direitos e são militarmente cobrados por seus deveres, garantindo uma competitiva politica externa capitalista, atraindo a produção de grande parte do que se consome no resto do mundo a preços rasteiros com seu sistema sustentado pela mão de obra em condições de quase escravidão, camuflados por índices de desenvolvimento humano (IDH) superiores aos europeus, e altos níveis de alfabetização, convenientemente produzidos nas mesmas bases que as garantias das patentes que circulam na sua capital.

Durante essa trajetória, não ficou claro o que são escolhas ou o que são consequências, instituímos nossa capacidade de viver em sociedade como forma de sobrevivência, nosso comportamento criou o mercado. Por determinados ou indeterminados motivos, desenvolvemos produtos, por benefícios ou caracteristicas que alteram nossas decisões e, dessa forma tornamos habito remediar, produzindo o antidoto para os efeitos, causados pela dor ou pelo amor.

A transformação das relações produtivas estão por todos os lados, do escambo ao movimento antecipado do mercado fonográfico, em processo evolutivo na velocidade da facilidade de troca de dados, até as produções cinematográficas, que vêem seus direitos de grandes produções reduzidos a bits vagando pela rede mundial, ignorando as relações econômicas e, o que antes era potencial de mercado, hoje é vilão a ser combatido. A pergunta é: temos força para combate-lo? Ou devemos nos juntar a ele e potencializar seus efeitos de propagação?



E nós o que temos feito?

Neste cenário o Brasil aponta como uma das economias pujantes, e o governo sinaliza com medidas econômicas paliativas. Incentivando o consumo reduzindo juros do dinheiro de quem compra sem se preocupar com quem vende, retardando decisões substanciais nas relações de trabalho, deixando de facilitar a regulamentação, reduzir custos e incentivar abertura de novas vagas. Gira a engrenagem em falso, criando a sensação momentânea de crescimento sustentado pela alavancagem financeira, sem lastro, sem falar nas garantias e responsabilidade jurídicas de propriedade, dos contratos e direitos de patentes

Um país democrático e desenvolvido favorece um ambiente de confiança para investidores e trabalhadores caminharem juntos, exorciza o fantasma do desemprego, pavimenta o desenvolvimento fortalecendo a educação, valorizando os profissionais, porque o país do futuro nós construímos hoje!

Até breve,

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Chuchu faz bem para a pele

No Brasil as situações mais improváveis são transformadas em oportunidades, nem sempre visíveis, mesmo para os mais atentos. Os cases de empreendedorismo confundem-se a relatos folclóricos, feitos extraordinários de homens comuns, heróis contemporâneos cada vez mais confundidos com Robin Hood, ou na versão Tupiniquim, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.

Polarizado entre os grandes conglomerados e os pequenos e micro empresários, em que destes primeiros, estabelecidos em grande parte, por herança, e grupos de investimentos, que multiplicam suas fortunas na base de especulação financeira, compra de papeis e supervalorização de empresas como FaceBook, e o segundo escalão, empreendedores formados basicamente por profissionais liberais, entre outros guerreiros que empregam todas as economias para montar pequenos comércios ou prestadoras de serviço.

Nos tramites, ambos têm problemas, distintos, porem, decisivos para prosperidade das atividades e diferenciação nas estatísticas que demonstram o crescimento da economia brasileira. No caso das empresas familiares, o excesso de intimidade e a falta de profissionalismo podem comprometer o negócio, dissolvido pelos problemas e interesses individuais, desviando o foco do objetivo central.

Grandes grupos, a partir do momento em que decidem investir no Brasil, contam com a carga de impostos estelares, burocracia para aprovações e liberações dos órgãos, legislação lenta e falha, sem falar na mão de obra desqualificada e imatura apoiada pela Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.

Já os Micro e Pequenos Empresários, muitos constituem seus negócios de forma irregular, seja devido a montanha tributária, ou pelo arrocho trabalhista mal conseguem a documentação necessária para realizar empréstimos nos órgãos de incentivo como BNDES, para desenvolverem seus lucros, que dirá fôlego e aguentar o juro praticado pelo mercado bancário mais rentável do mundo. Assim, trocando 6 por meia dúzia, a largos passos de tartaruga, fazem da economia informal o pilar de sustentação da economia brasileira. Um orgulho!

O Brasil, 512 anos depois, permanece uma província, um país patriarcal, um sistema assistencialista, interessante para ambos os lados, os políticos fingem que governam e o povo finge que cobra, assim, a primeira parte parlamenta em causa própria, enquanto o povo recebe migalhas sem ter que trabalhar, tratados como bichos, invadem propriedades privadas, se submetem a condições desumanas, vivendo em locais sem saneamento, sem a menor infraestrutura, mas sempre, com uma criança nos braços, quando não, com outro em avançada gestação.

Por outro lado, desenvolvemos nossa consciência, e como bandeira, a defesa do meio ambiente, mais rígido do que qualquer país desenvolvido, a legislação segue a lógica do mercado, de acordo com o interesse dos acordos, embarga obras de transporte publico, proíbe instalações fabris, mas libera ocupações irregulares. Não prevê as compensações dos impactos necessários para um país com uma população de 200 milhões, e age como censor, dizendo o que não pode, mas não apresentam uma proposta de contrapartida pela ocupação humana na terra,e fica cada ong no seu quadrado.




Estudo, planejamento, análise da concorrência e do ambiente, itens básicos de qualquer curso de ADM ou MKT. No Brasil diferente de uma linha de produção, não existe receita ou garantia dos exemplos de sucesso para motivação de outros empreendedores, tão escassos quanto os guerreiros comprometidos com ideologias, envoltos por histórias de garimpeiros das oportunidades, muito distante de nós, meros mortais sem super poderes ou uma Winchester 22.

O insumo de um país são as pessoas, icentivar gestores, realizadores que necessitam de apoio, valorização e estimulo para continuarem a crescer, desenvolvendo negócios, desenvolvendo o país, garantindo o direito de todas as pessoas, respeito e dignidade.

Até breve,

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Viagem no Tempo

"MARCA" É a representação simbólica de uma entidade, qualquer que seja, um signo, um símbolo ou um ícone, que define procedência e descreve o perfil de produtos ou serviços. Muito mais que apenas propriedade intelectual, constrói conceito, desperta o desejo, cria o elo emocional entre objetos e pessoas.

Numa troca de conceitos, a marca de roupas, CAVALERA, escolheu a Estação da Luz, principal ponto de interligação metroviário e turístico do Estado de São Paulo, para mais um desfile utilizando como pano de fundo um ícone da cidade. Encarando a realidade das ruas, explorando as características da megalópole, alinhando autenticidade com a atitude, principal característica do seu público, contextualizando o imaginário com suas peças.

O espanto dos transeuntes, acostumados a passar por ali diariamente, ao ver a cenografia do evento, que remetia aos cabarés dos anos 30, refletia a perplexidade dos convidados do evento pelo local escolhido, muitos, pela primeira vez na estação, apreciavam a grandiosidade e a riqueza dos detalhes da construção Inglesa do século XIX em meio ao glamour do mundo da moda.

Esta área, muito valorizada em outros tempos, abriga alem da estação, o museu da língua Portuguesa no mesmo prédio, o parque da Luz logo em frente, e bem próximo da Pinacoteca, ou seja, atrações de alto nível não faltam, o que falta é o interesse da população em ocupar essas áreas, frequentar estes espaços, para que o abandono não tome conta.



Atingindo públicos distintos, a CAVALERA, desperta a atenção de um mercado acostumado ao inusitado, enquanto prestigia outra parte de potenciais consumidores, utilizando um espaço comum, para apresentar as novidades da MARCA, lembrando que existe vida, alem do Ronaldinho Gaucho.

Até breve,

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Mídia (na) CPTM

PARA DIVULGAR AS NOVIDADES DE VERÃO NO CARDÁPIO HABIB’S, A Z+, AGÊNCIA DO GRUPO HAVAS, CRIOU A NOVA CAMPANHA NACIONAL DA REDE, QUE TEM COMO MOTE O CLIMA DE DESCONTRAÇÃO E ALTO ASTRAL, TÍPICOS DESTA ÉPOCA DO ANO.

Com o slogan “Verão. Mais gostoso no Habib´s. Mais gostoso com você”, as peças, criadas pela Z+, fazem comparação entre imagens tradicionais da estação e os produtos da rede. Entre elas, as pernas de um mergulhador que remetem aos canudinhos doces do sundae, e, também, um snorkel utilizado por uma criança, em referência ao canudo de um milk-shake. A campanha conta, ainda, com dois filmes que apresentam os novos produtos aos consumidores. "O objetivo é mostrar que o verão, que já é gostoso, fica ainda melhor no Habib's. E a linguagem, tanto visual quanto sonora, é como a estação: colorida, divertida e alto astral", declara Alan Strozenberg, vice-presidente de criação da Z+. Com destaque nacional, a campanha, acontece de fevereiro a março, nos c anais abertos outdoors e busdoors.

Em São Paulo, conta com os reforços dos paineis do Metrô e da empresa CPTM, além dos patrocínios dos projetos Verão 2012, das radios Band FM e Nativa FM – com jingles e vinhetas durante a programação e a inserção do logo nos materiais promocionais e nas instalações das emissoras nas praias do litoral paulista.

Estão programadas, ainda, divulgações em placas de rua – para as cidades do Rio de Janeiro e Guarujá – além de painéis no Metrô carioca. Entre os milk-shakes, as novidades são os sabores limão siciliano e iogurte com frutas vermelhas. Os sundaes são servidos com pedaços frutas – morangos, com sorvete de morango e bananas, com sorvete de chocolate – e ganham uma saborosa calda de chocolate com farofa de amendoim. Completando seus lançamentos, o Habib’s traz a Bib´s Salad, como opção de alimentação leve e saudável, própria para os dias mais quentes.




Ficha técnica
Agência: Z+ Comunicação
Anunciante: Habib’s (www.habibs.com.br)
Produto: Verão Habib’s
Título: Verão Habibs
Direção de criação: Alan Strozenberg e Manoel Zanzoti Veronica Miranda
Criação: Paulo Pejon, Zé Ricardo Novoa, Kelly Oliveira, Fátima Fernandes e Paula Dias
Produtor gráfico: Luis Bosquetti e Diogo Piccinino
Art-Buyer: Alice Imamura
Fotografia: Marcelo Ribeiro e Thomas Susemihl
RTVC: Sandra Freitas
Produtora do filme: Última Filmes
Diretor do filme: Ronaldo Moreira
Diretor de fotografia: Ronaldo Moreira
Produtora de som: Comando S
Produtor: Sérgio Rezende
Atendimento: Renata Vieitas e Bruno Gisondi
Planejamento: Rodrigo Cerveira e Julia Ribeiro
Mídia: Rodney Ulrich e Mauro Nery
Aprovação pelo c liente: Anelise Nascente e Juliano Russo
Fonte: Maya Pauliez | Agência Ideal | (GC)

http://www.portaldapropaganda.com/realtime/index_html?qs=2


Ir aonde o publico está, é onde não apenas os artistas devem se apresentar, mas, onde as marcas tem que estar!


Até Breve

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Quem quer Dinheiro?

Em comemoração aos seus 30 anos, o SBT exibiu uma série de programas, que ilustraram sua trajetória e a presença na vida de muitos brasileiros.

Numa inusitada participação, Senor Abravanel, ícone da televisão brasileira como Silvio Santos, aparece em trajes despojados, típicos de um cidadão americano que vive em Miami, em uma rara e surpreendentemente entrevista, longe do seu personagem o empresário de sucesso e apresentador Silvio Santos que conhecemos e, de peito aberto, falou francamente sobre suas crenças e valores.

O desejo de viver de forma simples, como um americano médio, descreve a idéia do merecido conforto, sem ostentar exageros e, deixou claro que só conseguiu passar de camelô a banqueiro com esforço e dedicação a sua intuição, não dando ouvidos aos elogios ou as críticas, "se você vai entrar em qualquer mercado e vê que não é possível se aproximar do líder, mas consegue administrar sua empresa com os pés no chão, não se preocupando com os concorrentes e usando o bom senso, deixando de lado a vaidade, existe toda a possibilidade de alcançar o objetivo proposto. Só não consegue o objetivo quem sonha demasiado e pretende dar o passo maior que a perna", mantendo o foco profissional, o dinheiro, entre outros bens, são apenas troféus.

Nessa entrevista conseguimos entender por que ele é admirado pelas suas colegas de trabalho, gerações de telespectarodes, artistas, empresários, políticos e tantos outros profissionais.





Claro que para atualizar tal feito, trazendo para nossas vidas o exemplo dessa trajetória, não podemos abrir mão das ferramentas que vão alem do bom senso e da intuição. Gestão administrativa, marketing, modernização dos processos operacionais e atenção a concorrência, são fundamentais num mercado competitivo como de serviços, varejo ou na indústria.

Por outro lado, a essência de um profissional de sucesso é o autoconhecimento, necessário para manter o foco, economizar tempo, energia e superar o desgaste dos percalços do caminho, e como diria o outro domingueiro, Faustão, tanto no profissional quanto no pessoal.

Para nortear essa pesquisa, de exploração pessoal, John Holland, descreve 3 fontes de influências que derivam 6 dimensões do interesse vocacional.

Fontes de Influência:
• Genética – Perfil sentimental, gosto e temperamento.

• Sociais - Influências externas, educação familiar e resposta as adversidades.

• Cognitivas - Educação acadêmica e desenvolvimento do pensamento.

As 6 Dimensões do perfil e interesse vocacional
• Realista – Trabalha com dados objetivos.

• Investigativa – Trabalha o raciocínio, usando palavras ou idéias.

• Artística – Trabalha os sentimentos, emoções, intuições e da imaginação.

• Social – Trabalha necessidade de interação social.

• Empreendedora – Trabalha sobre o mundo para conseguir seus objetivos.

• Convencional – Trabalha conforme ás normas estabelecidas.


Para alinhar as expectativas, dinamizar as relações e evitar conflitos, o autoconhecimento da nossa capacidade e, o reconhecimento da deficiência complementa o profissional e potencializa sua possibilidade de sucesso, quando realiza a análise SWOT da própria carreira.




Até breve,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CPTM 2,5 milhões de usuários consumidores A Nova Classe Média Brasileira

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos transporta diáriamente 2,5 milhões de usuários, consumidores que representam a Nova Classe Média Brasileira.

Identificamos por meio de pesquisa quantitativa, realizada recentemente pelo Centro Abril nas estações da CPTM, informações que podem fazer a diferença no resultado de uma campanha.

• 75,50% Utilizam a CPTM para Trabalhar.
• 58,38% Utilizam a CPTM para Lazer.
• 24,44% Realizam suas compras nos mercados de Bairro.
• 46,95% Possuem Plano de Saúde.
• 76,81% Possuem Conta em Banco.
• 51,95% Possuem Cartão de Crédito.
• 85,05% Possuem Telefone Celular / 84,46% Pré pago.
• 58,56% Possuem Computador em casa / 84,54% Possui Banda Larga.
• 18,69% Souberam citar duas Propagandas veiculadas nas estações ou nos trens.
• 85,96% Trabalham / 76,68% com carteira assinada.
• 63,51% Têm entre 17 e 34 anos de idade.
• 50,01% Têm renda familiar de R$ 1 mil a R$ 2,5 mil.
• 30,83% Têm renda individual de R$ 1 mil a R$ 2,5 mil.


Outras informações estão disponíveis no site da Mídia CPTM
http://www.cptm.sp.gov.br/MidiaCPTM/Arquivos/CPTM.pdf

http://www.cptm.sp.gov.br/MidiaCPTM/

Alem das razões de inserção social e, como opção em substituição a utilização do automóvel no deslocamento diário.

• Frequentes mudanças de hábito dos consumidores
• Restrições legais e poluição visual das vias públicas de São Paulo
• Aumento de renda e acesso ao crédito da classe Consumidora (Nova Classe Média Brasileira)
• Utilização de mídias alternativas como reforço de campanhas e ações promocionais
• Melhora da eficiência e da qualidade dos serviços do transporte público da Região Metropolitana de São Paulo
• Sólidos investimentos em infraestrutura e excelentes resultados no serviço prestado aos usuários da CPTM
• Avaliação positiva dos usuários da CPTM


Tema do 2° Fórum de marketing Empresarial no Guarujá, promovido pelo Grupo Doria e pela editora Referência, reforçado pela mídia especializada, na cobertura do evento na palestra de André Torretta conforme segue abaixo:

Nicho, no Brasil, são as classes A e B”, diz André Torretta
Pesquisador e diretor geral de A Ponte Estratégia fala que é preciso saber se comunicar com 180 milhões de consumidores

André Torretta, que há alguns anos deixou de lado o marketing político para entender melhor a classe C com sua A Ponte Estratégia, mostrou que escolheu o caminho certo. Pelo menos pelo aval do público presente no 2º Fórum de Marketing do Guarujá, que aplaudiu de pé o executivo no Hotel Sofitel Jequitimar.

“Aqui tratamos comunicação para a classe média como comunicação de nicho. Pode ser nicho em Manhattan. Não em um país que tem 180 milhões de consumidores inseridos nas classes C, D e E”, disse Torretta, antes de apresentar uma ampla pesquisa feita pela sua consultoria em bairros da periferia de São Paulo, Rio de Janeiro e em outras regiões do País.

O executivo lembra que 72% dos brasileiros são analfabetos funcionais – ou seja, que sabem ler, mas nem sempre compreendem o que estão lendo. “Ao mesmo tempo em que temos problemas como péssima educação, temos a nosso favor o bom crescimento econômico, uma classe baixa mais esclarecida, presente nas internet, estudando e consumindo produtos que antes eram restritos aos mais ricos. Esse sim é o Brasil que enriquece e que temos que redesenhar produtos e serviços para ele. E não na Oscar Freire. Lá é tudo igual há anos, e há anos que estamos criando para o consumidor que anda por lá”, afirmou, ressaltando que o mercado tem que parar de ficar falando em números quando o assunto é a nova classe de consumidores. “Os números estão aí e todos conhecem. O que temos é que saber planejar para eles”.

Por Daniel Milani Dotoli

http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=66278&query=simple&search%5Fby%5Fauthorname=all&search%5Fby%5Ffield=tax&search%5Fby%5Fheadline=false&search%5Fby%5Fkeywords=any&search%5Fby%5Fpriority=all&search%5Fby%5Fsection=all&search%5Fby%5Fstate=all&search%5Ftext%5Foptions=all&sid=6&text=Nicho+e+a+classe+alta







Até breve.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Com Fusões

Com as fusões de grandes grupos varejistas, o incentivo e a presença dos pequenos comércios, chamadas lojas de bairro, se torna ainda mais importante social e financeiramente.

As práticas modernas de gestão que grandes grupos se propõem utilizar, inclui a redução de custos, consequentemente diminuição de postos de trabalho diretos e, a pressão exercida sobre os fornecedores, que são obrigados a reduzir suas margens para incluir seus itens negociados por um único distribuidor, reduz a oferta de empregos também dos fabricantes que ficam sem alternativa de mercado.

Incentivando os pequenos comerciantes a manter uma cadeia mercadológica saudável, a Nova S/B, instalou sua primeira agencia Pop Up, no Largo da Batata, que passa por mudanças, deixa para trás o jeito bucólico de interior e recebe uma grande reurbanização a partir da estação do metrô e a construção de novos empreendimentos imobiliários, confirmando a vocação comercial do bairro.

Fortalecer o pequeno comércio amplia a oferta de emprego, estimula a competitividade de mercado, gerando mais benefícios alem de preço aos consumidores, com outros atrativos como atendimento personalizado, ou a oferta de produtos regionalizados, devolvendo ao consumidor o poder de escolha.




Até Breve