domingo, 4 de outubro de 2009

Classe Consumidora

PEQUENOS DETALHES, GRANDES IDEIAS E UM BRASIL RENOVADO PELAS CONQUISTAS DA CLASSE C



Esse foi o mote do ENA 2009, evento da Associação Brasileira de Anunciantes que aconteceu no Renaissance São Paulo Hotel, AGORA TEM MAIS GENTE PODENDO NO BRASIL.

O mapeamento feito pelo instituto Data Popular do crescimento e da mudança de comportamento das classes de menor renda no Brasil, normalmente denominadas C, D e E, que, segundo seu sócio-diretor, Renato Meirelles, exprimem, em nosso País, as tendências da maioria, afinal, segundo índices da FGV Rio, elas compõem 90% da população brasileira, que em cifras, movimentam 760 bilhões de reais anualmente.

Ponto forte da estratégia anti-crise, alarmada no inicio do ano, as empresas que voltaram seus olhares para o publico de baixa renda, não se arrependeram, muito pelo contrário, estão concentrando energia, desenvolvendo produtos, para alinhar qualidade e preço garantindo a satisfação desse consumidor havido por consumir.

As Classes A e B sofreram mais com a marolinha econômica, já a classe C teve uma percepção diferente, sendo que sua renda esta diretamente ligada ao mercado interno, pilar de sustentação da estabilidade econômica brasileira, assim, privilegiada por andar com os pés no chão, alem de sustentar o abalo financeiro, despertou atenção para os consumidores que estavam praticamente descartados do target industrial.

De olho nessa massa de consumidores, empresas consagradas pela fabricação de produtos com alto valor agregado, estão adaptando suas receitas e ajustando os processos de fabricação, medidas que permitem o fabricante reduzir o valor final ao consumidor, sem descartar a qualidade dos seus produtos.



Até Breve,

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Marketing e Comunicação


No mês de outubro acontece a MaxiMídia, o maior evento de comunicação da América Latina, no WTC em São Paulo, encontro de profissionais de marketing e comunicação.

As palestras do Fórum Internacional de Marketing e Comunicação que acontece durante o evento contarão com a moderação de Roberto Justus Y&R, Cláudio Ferreira Veja, Fernando Jucá Troiano Consultoria de Marca, Flavio Ferrari IBOPE, Marcelo de Salles Gomes Grupo M&M, Daniel Chalfon MPM, Pyr Marcondes Grupo M&M e Ken Fujioka JWT, sem falar das feras palestrantes.

A Feira de Negócios e Relacionamento apresentará as novidades de comunicação, novos formatos de mídia e as novas plataformas para veiculação de campanhas publicitárias, sendo essa a grande proposta do evento, discutir formas eficientes para atingir o seu publico.

O Premio de Criatividade em Mídia incentiva a ousadia das ações que fogem do tradicional e surpreende o publico ampliando seu alcance.

Um evento de comunicação não poderia ficar de fora do mais movimentado canal da internet, atualizando seus seguidores em doses de 140 caracteres pelo http://twitter.com/MaximidiaMM/ e pra quem procura mais informações, pode se aprofundar no Blog do evento http://www.maximidia.com.br/2009/novo/index.php/ .

Nos vemos lá.

Até breve,

domingo, 31 de maio de 2009

Frequência

A quantidade de conteúdo gerado na Web nas ultimas duas décadas foi maior do que tudo que foi produzido nos cem anos anteriores, ilustrado pelo site de vídeos youtube que atualmente exibe o incrível numero de 20 horas de novos vídeos postados por minuto, uma verdadeira enxurrada de informação que torna inviável analisar tudo que é produzido nesse mundo comum.

Assim a discução dos mídias (profissionais que alocam a verba de publicidade das empresas de acordo com seu público-alvo) é em como mensurar o resultado do investimento feito nos novos formatos digitais de publicidade como banners, vídeos, podcasts entre outros, para onde lentamente tem se dirigido boa parte desse público-alvo e consequentemente parte proporcional das verbas.

A chegada da geração y que assiste a TV, ouve mp3, usa o msn, faz downloads e upa (disponibiliza arquivos on-line) de uma só vez, tem feito o trabalho desse pessoal um pouco mais complexo, com hábitos tão dinâmicos quanto a velocidade dessas informações e que não se concentram em pontos específicos como antigamente, que em um só canal atingia-se 40 até 60% da população, agora isso é impossível.

Nesse caso a solução é sem duvida o Co Branding (Relação de marcas) associação com os vários nichos de mercado e formas de relacionamento com seu publico, um bom exemplo disso é a Rádio SulAmérica Trânsito, administrada pelo grupo Bandeirantes de rádio e patrocinada pela SulAmérica seguros é um case de relacionamento e serviço ao usuário que contribui ativamente na programação da rádio, mandando mensagens da situação do trânsito nos diversos pontos da cidade, porem não existe formula para demonstrar o ROI (Return On Investment)retorno do investimento.

A dinâmica das mídias e os formatos de comunicação personalizada transformaram a relação empresa & consumidor de forma passional, para construir a marca tem que envolver o publico-alvo emocionalmente, transformá-lo em protagonista conquistando espaço na memória de cada cliente e a formula de mensurar o resultado será direto no balanço financeiro da companhia.

Quem não é visto, não é lembrado.




Até breve,

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A Serpente e a Maçã


Seguindo os passos da Alpargatas e deixando literalmente a concorrência no chinelo a Apple utiliza de maneira impar o que chamamos de alimentar o desejo insaciável dos consumidores e assim, se reinventa a cada novo aplicativo.

Estabeleceu de fato uma marca diferenciada no tocante tecnologia e estilo de vida, sabidamente incorporado por designers, publicitários e descolados em geral, além de construir uma linha paralela vai fundo no que tem se tornando tendência, necessidade social e angustia mercadológica quando o assunto é relacionamento personalizado.

Como tratar de forma distinta os mais de 10 milhões de clientes, isso contando apenas os iPhones, que de uma só vez fizeram 1 milhão de downloads do Skype no ultimo dia 31de Março de 2009, sucesso da iTunes Store, loja pela qual se baixam os softwares para os aparelhos da Apple.

A App Store abriu caminho para um novo mundo de aplicativos no iPhone e no iPod touch, muitos deles gratuitos e tantos outros pagos - 10 dólares é a média dos preços, com alguns mais caros e outros mais baratos, para diversos fins e funcionalidades. Empresas do mundo inteiro desenvolvem aplicativos dos mais simples como o clássico jogo da velha em sua versão tecnológica para iPhone, até o aplicativo do sistema de telefonia de voz sobre IP e disponibilizam através da loja da Maçã atendendo as mais distintas necessidades de cada usuário, entre as relacionadas abaixo:

Sketches, que cria bigodes virtuais nas fotos tiradas pelo iPhone.

NYTimes, leva as páginas do jornal norte-americano para o iPhone.

Texas Holdem, pôquer para iPhone.

Exposure, modo fácil de mostrar suas fotos no Flickr?

Remote, transforma a tela sensível ao toque no melhor controle remoto já visto para controlar a Apple TV ou acessar a biblioteca do iTunes pela sua rede Wi-Fi.

Twitterrific permite publicar e ler mensagens enviadas de qualquer lugar.

Navegando em águas claras de mar azul a “corpolaborativa” Apple corresponde as expectativas de seus devotos consumidores, estreitando de forma única essa relação apresentando sempre novidades. A cada acesso o iTunes Store faz uma varredura nos arquivos de seu usuário e lhe apresenta apenas aquilo que corresponde ao seu interesse, ou seja, gêneros musicais, bandas, séries, TV shows, podcasts, audiobooks taylor made, sob medida, particularmente conveniente e personalizadamente rentável.

Assim, dentre todas as crenças e teorias que envolvem essa organização a mais aceitável é a de que a maçã continua intocada do contrário que diz a serpente...

Até breve,

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Isso é Marketing

"A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem, que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho."
PETER F. DRUCKER\


O Marketing ao contrário do que a imaginação popular deduz, não é apenas uma ferramenta de venda que em cima de um produto desenvolve uma campanha comercial.

O Marketing envolve a base dos conhecimentos humanos a fim de desenvolver melhorias, praticidade, conforto, qualidade de vida, segurança entre outros fins as pessoas.

A sociedade na qual conhecemos, primeiramente desenvolve os problemas para então de acordo com as necessidades oferecer a solução, foi assim com a economia, tanto que se fala na criação da ONU das finanças, uma agencia regulatória a fim de neutralizar o epicentro do furacão para evitar a quebradeira generalizada global, ilustrada pelos fiéis depositários do Mr. Bernard Madoff, outra forma de descrever os fundamentos do marketing utilizados com ética é a necessidade eminente de sustentabilidade frente ao consumo mundial, na verdade a otimização dos processos de produção e na forma que utilizamos os recursos naturais, muitas organizações utilizam o mote de sustentabilidade porem, não adequaram suas produções muito menos desenvolveram produtos a fim de reduzir a degradação ambiental.

A verdade é que maus profissionais existem em todas as ciências e em todas as profissões e, retraído nesse estereótipo e incentivado pela facilidade de informação disponível na rede o consumidor adotou uma postura ativa e busca as informações que julga pertinente ao seu interesse, reduzindo as brechas de atuação dos chamados aproveitadores que enaltecem benefícios e vantagens inexistentes de produtos e ou serviços, mas que vez ou outra acabam remetendo novas vitimas, que levados pelo impulso e o desejo acabam se deixando ludibriar por profissionais de formação duvidosa ou mesmo de interesses escusos.

O verdadeiro propósito do marketing utilizado com ética é tornar produtos e serviços adequados aos novos tempos, alinhando os meios de produção as necessidades ambientais e sociais tornando a atividade econômica harmoniosa levando conforto e qualidade de vida as pessoas, despertando a sensação de como foi possível viver até então sem determinado produto?

Isso é marketing!



Até Breve

terça-feira, 3 de março de 2009

Junto e Misturado

Entre as formas para despertar a atenção e envolver o consumidor a organização pode utilizar como ferramenta a comercialização de co-operação que são alianças de marketing, de comercialização, parceria e co-marketing.

A comercialização de cooperação é uma grande oportunidade de parceria envolvendo pelo menos duas empresas na cadeia de valor com o objetivo de explorar todo o potencial de um mercado por relação de competências ou recursos.

Marketing de co-operações são sensíveis quanto a comercialização das duas empresas com um desempenho concreto para o consumidor final, oferecendo valor não só para as empresas parceiras, mas também aos seus clientes.

Com o objetivo no sentido de alargar a visão de marketing com o relacionamento entre as empresas e os seus atuais e potenciais clientes, existem quatro principais operações:

Reforço da marca / Imagem / Tráfego pela execução conjunta ou esforço de comunicação.

Acesso a novos mercados / clientes por abordar diretamente a cooperação do parceiro com seus clientes ou por pontos de distribuição.

Aumento da fidelidade dos clientes, abordando os próprios clientes com ofertas de valor acrescentado a parceira - muitas vezes útil para a construção da comunidade.

Redução dos custos de comercialização agregando ou trocando medidas de comercialização.

Em alguns casos, as co-operações são criadas para resolver um destes objetivos. Na maioria dos casos, é a combinação deles.



Até Breve,

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

E Agora?

O termo "Crise" é definido como um acúmulo de problemas simultâneos que nos impede de raciocinar. Por exemplo, quando passamos por uma crise de nervos e surgem tantos problemas que mal conseguimos parar para pensar: damos voltas como baratas tontas. Normalmente, diante de um quadro desses se pede calma e sangue frio para poder identificar os problemas e estabelecer prioridades.

O planejamento estratégico serve como diretriz antes de se iniciar um negócio e permanece em constante evolução acompanhando os desenvolvimentos tecnológicos, tendências de mercado, principalmente em épocas de mudanças.

Inicialmente decidindo sobre a visão, missão e os valores da organização, tudo a que se refere ao propósito do negócio.

Onde se quer chegar?
Quais os meios para se chegar?
Quais são as regras que deverão ser seguidas?


O segundo passo é a analise do negócio na busca de identificar o que garantirá o seu sucesso, ou seja, qual o diferencial competitivo que a empresa oferece aos seus clientes para se distanciar dos concorrentes.

Como já falamos no post Ação x Ações de 28 de janeiro, que descreve todos os influenciadores que envolvem tanto o ambiente externo quanto o interno de uma organização e, que afeta a atratividade do mercado, ressaltando a importância de uma analise crítica das informações, pois existem diversas fontes principalmente especulando sobre o momento atual e cada uma fala do ponto de vista do seu aspecto mercadológico e que nem sempre é relevante ao seu negócio. O ambiente interno demanda a mesma atenção, porem com a vantagem de possuirmos o conhecimento real de sua situação, a época de pico de produção, comportamento dos consumidores, sazonalidade entre outras, ao menos deveria.

De posse dessas informações a organização pode realizar as devidas adequações e decidir qual o melhor caminho a seguir, lançando novos produtos, diversificar o negócio realocando os funcionários ociosos, ou mesmo realizando treinamento visando o diferencial competitivo.

Estabelecer objetivos e metas são fundamentais para gerar incentivos e motivação, mas veja bem, metas altas demais e objetivos inalcançáveis podem causar o efeito contrário.

A definição clara das estratégias serve para que toda a organização funcione como uma orquestra, para que cada instrumento toque de forma alternada a fim de formar uma grande sinfonia.

Avaliando suas forças e fraquezas
Identificando seus limites
Atacando os concorrentes no momento certo
Recuando quando necessário
Criando condições favoráveis para a empresa
Realizando parcerias com outras empresas


Com a estratégia adequada é preciso estabelecer o plano de ação, colocá-la em prática, controlando e acompanhando o progresso do plano, verificando as metas alcançadas, sinalizando a direção das etapas que possivelmente não estão de acordo com o programado.

Até breve,

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Branding

As primeiras formas de identificação dos produtos eram feitas por meio de marcas toscas realizadas normalmente com ferro quente como nos tonéis de madeira que transportavam o vinho, atestando a credibilidade de seus produtores, ao longo dos séculos essa forma rústica de garantir a qualidade das mercadorias e assim a segurança de seus compradores foi se aprimorando passando pela revolução industrial com a implementação de normas e procedimentos como (trademarks) tornando-se responsabilidade dos fabricantes atestarem sua procedência.

Nos dias atuais a preocupação com a marca deixou de ser uma forma simplesmente de identificação da procedência e qualidade dos produtos para se tornar objeto de desejo. O consumo em alta e a grande variedade de produtos semelhantes no mercado tornou a marca um diferencial de classes, demonstrando o perfil e os valores de quem as usa. Uma construção de Branding , construção da Marca de uma organização, leva em consideração não apenas o produto que ela vende mas a que este produto está relacionado, sua época, a cultura local e as tendências mundiais.

O mundo deixou de ser uma uniformidade de conceitos e se dividiu em grupos de consumo, cada detalhe da sua personalidade, a forma de expressar ou mesmo suas preferências musicais esta relacionada ao meio em que esta inserido. É desta forma as organizações escolhem seus clientes e concentra sua energia para transformar sua marca atraente a esse publico.

Muitas organizações focaram o seu Core Busines, seu ramo de atuação, não especificamente na fabricação dos produtos que ela distribui, mas sim na construção da marca que estes produtos carregam, tronaram-se referência pela forma que trabalham o conceito na mente do consumidor. A Nike, por exemplo, não possui fabricas, estabeleceu escritórios de marketing pelo mundo e terceiriza sua produção. Outras empresas investem pesado na marca, como no caso da Red Bull que destina 30% do seu faturamento bruto, veja bem, 30% do que circula na empresa, em ações de marketing para proporcionar aos seus consumidores eventos de alto risco e assim associar a marca aos desejos de coragem, ousadia, superação de limites, desafios e, principalmente, desempenho.


Toda empresa que valoriza seu negócio deve se preocupar com o conceito da sua marca e o que ela desperta no seu consumidor.

Até Breve,

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A conta por favor.

Como já sabemos a situação econômica esta longe de ser apenas marolas, entretanto existem muitos empresários indo a forra, enxugando antes mesmo que estas ondas comecem a molhar a nossa toalha verde amarela.

É certo que a balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 518 milhões em Janeiro, as exportações somaram US$ 9,78 bilhões, e as importações, US$ 10,3 bilhões.

O mais impressionante é que, imediatamente senti a (marola) na conta do restaurantezinho que costumo frequentar e, veja bem, não estou falando do Rubayat, mas quando vi a conta pensei estar em uma das suas mesas, logicamente que esta sensação estava limitada ao valor do ticket, infelizmente.

Essa diferença comercial se deve ao baixo valor agregado de nossos produtos por isso temos uma grande dificuldade de empatar essa conta, mesmo que a necessidade por insumos de outros países seja tão grande quanto a nossa por tecnologia e produtos de consumo, porem, existem uma serie de ações que um empreendedor não só pode como deveria tomar antes de aumentar os preços para manter seus lucros. Segundo Warren Buffett, "Devemos ser audacioso quando os outros estiverem com medo e ter medo quando os outros forem audaciosos."

Sendo assim para reagir as intempéries econômicas, temos algumas ferramentas antes de recorrer ao drástico aumento de preços que causam uma rachadura na relação com o cliente, que afinal também enfrenta a mesma crise e não tem a quem repassar os seus prejuízos.

Clientes existentes são grande fonte de novos negócios, neste que se pode chamar de negócio indicado ou negócio referenciado é tanto mais fácil de fechar, quanto melhor for seu relacionamento com seu cliente e a empresa. No entanto, é maior a dificuldade em reter clientes existentes.

A retenção será mais fácil se continuamente desenvolver novos produtos serviços com um alcance de mercado cada vez maior, ou se partilhar a redução de custo via obtenção de maiores ganhos de produtividade. Entretanto deve-se ter atenção, já que 80% dos produtos lançados no Brasil saem do mercado em até dois anos, devido ao marketing insuficiente e falta de inovação e benefícios ao consumidor.

Uma forma de garantir alguma estabilidade e continuidade do negócio é retendo clientes existentes, no entanto, para aumentar o negócio é necessário ganhar quota de mercado dos concorrentes. Aumentar a força de vendas para cobrir mais mercado e aumentar as vendas, aquisições de concorrentes para avançar ou mesmo avançar para aquisições que permitam diferenciar o negócio, ou incrementar vendas ganhando quota de mercado.

Markt - share = Participação de uma empresa no mercado
Mind - share = Participação de uma marca no mercado
Wallet - share = Participação de uma empresa na carteira do cliente

Para ter um crescimento sustentável de vendas é e necessário a participação ativa do marketing nas discussões sobre o posicionamento de marca, investir de forma adequada nas diferentes mídias disponíveis e principalmente, usar as informações, database marketing, construção gestão e utilização da base de conhecimento de seus clientes, tanto internas e externas, em suas necessidades e sua forma de interagir com a organização.

Agora vou ter que buscar outros restaurantes que se encaixe na minha verba de satisfação pessoal.

Até Breve.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

No bolso

Móbile marketing, ações de marketing desenvolvidas para celular. Navegação em paginas exclusivas para determinados aparelhos como aplicativos para iPhone, ou mesmo nas simples mensagens de texto para venda de produtos. O celular é um ponto de contato com o cliente, prático e, de acordo com a sua disponibilidade. O CRM Costumer Relationship Management ou Gestão do Relacionamento do Cliente utilizando dessas ferramentas para identificar, personalizar e integrar dados, voltado para o atendimento e a antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa.

Atualmente é difícil alguém entre 18 e 40 anos que não possua um celular. No Brasil, o uso de celulares bate recorde anualmente totalizando mais de 112 milhões de usuários, para exemplificar o que isto significa, imagine que ainda não chegamos a ter 70 milhões de televisores. Segundo a Mobile Marketing Association, os investimentos em publicidade no celular devem chegar U$$ 55 Bilhões até 2011. Nada difícil de entender já que a taxa de sucesso do Mobile Marketing chega a 25% contra 1,5% dos meios convencionais de marketing, ou seja, esta ferramenta prova ser eficaz, e a tendência é que mais empresas e agências desenvolvam aplicativos e campanhas para o celular.

Com tudo a utilização desse canal de comunicação depende da autorização do usuário, seja na ativação do bluetooth de seu aparelho ou na permissão prévia do envio de mensagens via operadora. Algumas redes de fast food já disponibilizam seus cardápios nos celulares por meio do bluetooth, a forma mais efetiva de trabalhar com esta ferramenta, se tornando útil ao usuário conseguindo a sua confiança, estabelecendo a base do CRM.

Qualquer tipo de comunicação com o cliente representa uma oportunidade extremamente valiosa para desenvolver um relacionamento positivo com aquela pessoa. A excelência em atendimento ao cliente trata de assegurar que elas sejam usadas por completo em todas as ocasiões, seja quais forem as circunstancias.

Boa impressão é cada oportunidade, ser a melhor impressão.

Até breve.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Comunicação digital no Ponto de Venda

Seja pelo excesso de informação a que somos expostos diariamente, seja por determinação judicial, no entanto, mais proveitoso seria que fosse pela estratégia, o fato é que a mídia digital no PDV é uma realidade e se tronou ferramenta, desde que, utilizada de maneira correta.

Inversamente ao conceito de otimizar o custo de produções audiovisual com peças reutilizadas nestes espaços, alem de perder parte da mensagem não contribui para eficácia da ação. Estes vídeos seriam mais efetivos se roteirizados e produzidos especificamente para veiculação no ponto de venda.

Uma empresa que produziu um filme publicitário para televisão, ou seja, pensando nas condições em que se encontra o consumidor na hora que o assiste, o conforto do seu lar, não é a mesma a que ele se encontra no ponto venda.

A contextualização da ferramenta como parte integrante da campanha, deve ser veiculada no PDV como o elo entre a lembrança da marca e a praticidade de, poder, levá-la naquele momento.

Até breve

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Ação x Ações

Ações de marketing são estruturadas de acordo com a missão, visão e os valores que descrevem os objetivos de uma organização, com a finalidade divulgar e gerar resultados a curto, médio ou longo prazo.

Para mensurar estas ações, e até mesmo justificá-las, existem ferramentas disponíveis como o GRP Pontos de audiência bruta (Gross Rating Point) técnica que permite medir os esforços feitos em mídia, veiculação publicitária. No entanto, nem toda a ação oferece tal ferramenta para cada estratégia adotada do composto de marketing, porem, é fundamental para a organização obter parâmetros que auxiliem na determinação das medidas mais adequadas a serem adotadas, assim, os indicadores dos influenciadores, tanto externos quanto internos de cada segmento deverá ser o ponto de partida dessas estratégias a fim de maximizar sua rentabilidade.

Fatores Externos típicos que afetam a atratividade do mercado são:

• Tamanho do mercado (R$ / US$ / € / £ / ¥)
• Taxa de crescimento do mercado (Demanda X Oferta = Matriz GE)
• Lucratividade do mercado (Margem de lucro)
• Tendências de preço (Ciclo de vida)
• Intensidade da rivalidade dos concorrentes (Oceano azul x Oceano Vermelho)
• Risco total do retorno dos investimentos no setor (investimento governamental)
• Barreiras para entrada no setor (tecnologia)
• Oportunidades de diferenciação dos produtos/serviços (Pesquisa & desenvolvimento)
• Variação da demanda (Sazonalidade)
• Segmentação do mercado (Diversificação)
• Estrutura de distribuição (Logística)
• Desenvolvimento tecnológico (Investimento)


Fatores Internos típicos que afetam a força competitiva da unidade de negócios são:

• Força dos ativos e competências (Fluxo de caixa e Recursos humanos)
• Força da marca em relação à concorrência (Matriz BCG)
• Participação de mercado (Market Share)
• Lealdade dos clientes (Recall de clientes)
• Posição de custo em relação aos concorrentes (Custos operacionais)
• Margem de lucro em relação aos concorrentes (Eficiência operacional)
• Capacidade de produção e força de distribuição (Eficácia e logística)
• Patentes tecnológicas e de outras inovações (Pesquisa & Desenvolvimento)
• Qualidade (Certificações e controle dos processos)
• Acesso a recursos financeiros e investimentos (Liquidez e/ ou IPO Initial public offering)
• Capacidade administrativa (Gestão)

Com estes parâmetros as estratégias serão específicas e as ações efetivas refletindo diretamente nos resultados.

No PDV (Ponto de venda) existem mecanismos de avaliação rápida das ações para medir o resultado em vendas x o custo da ação como promoções. O ROI, Return on Investment (Retorno do Investimento), índice financeiro que mede o retorno do investimento realizado, contabilizado o período de amortização para então começar a gerar lucros.

ROI=( Lucro Liquído ÷ Vendas)×(Vendas ÷ Total de Ativos)
Representa a relação entre a lucratividade e o Giro do Ativo. Retorna o valor percentual.

ROI=Lucro Líquido ÷ Total de Ativos
Representa o retorno que o Ativo Total empregado oferece. Utilizado geralmente para determinar o retorno que uma empresa dá. Dá como resultado o valor percentual.

ROI=Lucro Líquido ÷ Investimentos
Representa o retorno que determinado investimento oferece. Geralmente utilizado para determinar o retorno de investimentos isolados. Retorna o valor percentual desse investimento. Invertendo-se a relação (ROI = Investimento ÷ Lucro Líquido), obtém-se o tempo necessário para se reaver o capital investido.

A opção para ampliar o fôlego financeiro da empresa, bem como, suas operações por meio do IPO Oferta Publica Inicial (Initial public offering) exige o domínio total dos processos, seguir a lei N° 6404/76, as reformas societárias e auditorias constantes, requerimento de listagem da BM&FBOVESPA, e o registro de companhia aberta da comissão de valores mobiliários (CVM), um processo longo e lento de transformação cultural e administrativo com resultados expressivos para;

• Obter recursos para financiamento de projetos
• Adquirir outras empresas utilizando ações negociadas na bolsa
• Criar referencial de avaliação do negócio
• Profissionalizar a gestão
• Oferecer liquidez
• Melhorar a imagem institucional e fortalecer o relacionamento com publico diversos


Até Breve.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Geração Conteúdo

Os formatos e o acesso a tecnologia ampliou os meios de comunicação e as formas de divulgação de campanhas utilizando a internet. A nova geração de consumidores ávidos por consumir e se manifestar intelectualmente e artisticamente seus conhecimentos e habilidades interagindo com o mundo a sua volta, o transformou em protagonistas e ao mesmo tempo fornecedores de conteúdo da suas próprias histórias.

Comunidades de relacionamento como Orkut e sites baseados no conteúdo em vídeo, sons e textos como My Space, You Tube entre Blogs, demonstram a participação ativa destes usuários que busca informação, entretenimento e tem muita disposição de interagir.
Este consumidor escolhe suas marcas preferidas influenciados por estas ferramentas de comunicação, em salas de bate papo, fóruns e textos divulgados pela rede ou como é chamado Buzz Marketing. É possível saber sobre o desempenho de automóveis, consumo, defeitos ou mesmo as formas de customização mais utilizadas antes mesmo de sair de casa, o que justifica a tendência de movimento da receita publicitária.

De acordo com os números divulgados pelo IAB - Internet Advertising Bureau - indicam que os investimentos publicitários em internet vão superar as verbas para TV até o final de 2009 na Inglaterra. Segundo o relatório, as redes de banda larga mais rápidas e o uso disseminado de laptops impulsionaram os investimentos na web em 38% no ano passado - a internet passou a ter 15,3% de market share contra 11,4% que tinha em 2006.

Os benefícios dessa transformação midiática entre outros é o direcionamento das ações de comunicação da organização, assim com a segmentação a empresa poderá otimizar e ampliar o seu relacionamento com os clientes, reforçando o serviço prestado e acompanhar o crescimento da empresa a longo prazo.

Até breve.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Cachorro-Quente

Como iniciativa das maiores empresas do setor, o IDV Instituto para Desenvolvimento do Varejo, que nasceu em 2004 para fortalecer a representação de empresas varejistas de diferentes setores de atuação nacional, tem veiculado em mídias de grande circulação a Fábula do Vendedor de Cachorros-Quentes.

O texto tem como intuito fomentar o empenho dos empresários para continuarem investindo em comunicação, P&D Pesquisa e Desenvolvimento, como forma de driblar a crise, apoiados na grandeza do Brasil e na força de trabalho dos brasileiros como receita de sucesso.

Uma coisa é certa, quem não é visto não é lembrado, logo, o texto tem grande sentido.

A Fábula do vendedor de Cachorros-Quente

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada, vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia jornais. Se preocupava em produzir e vender bons cachorros-quentes.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou pra casa.
E falou ao pai:
- Pai, você não houve rádio não vê TV, não lê jornais?
A situação é crítica. O país vai quebrar.

Depois de ouvir isso o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais, vê TV. Deve estar com a razão.”

E, com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda. Abatido pela notícia, já não oferecia o seu produto em voz alta.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai, muito triste, falou para o filho:
-Você estava certo, filho, estamos no pior momento de todos os tempos.


Abraços

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fundamentos

Claro, sabemos que os 4 P’s de Jerome McCarthy, são os pilares de sustentação de todo desenvolvimento estratégico de uma organização, estendendo –se até 8 na área de serviços e, que em conjunto com ciências como Psicologia, Economia e Direito fundamentam de acordo com o comportamento de compra e consumo de países, estados, cidades, bairros, comunidades, grupos até chegar como vem se discutindo muito no atendimento personalizado a cada individuo e assim desenvolver novos produtos que atendam as suas necessidades de acordo com os benefícios desejados por cada um de seus clientes.

4Ps - 4Cs Basicos de marketing tratam de

Produto - Cliente (solução para)
Preço - Custo (para o cliente)
Ponto - Conveniência
Promoção - Comunicação

Já nos 8 P’s do serviços procura-se alguns outros elementos como
1-Product Elements (elementos do produto)
Enfatizar as características do produto principal do (Serviço ou bem) e o pacote de elementos suplementares com relação aos benefícios desejados pelos clientes e o grau de desempenho dos produtos concorrentes.

2-Place and Time (Preço e Lugar)
A entrega dos produtos envolve decisões sobre o lugar e o tempo da entrega que podem ser canais de distribuição físicos ou eletrônicos ou ambos dependendo da natureza do serviço que esta sendo fornecido, assim sendo a entrega pode ser feita diretamente aos clientes ou para organizações intermediarias, como ponto de varejo de outras empresas que recebem uma porcentagem do preço de venda para executar as tarefas associada a venda, serviços e contato com o cliente.

3-Processo
O desenvolvimento e a entrega dos produtos aos clientes exigem um projeto e implantação de processos eficazes. O processo descreve o método e a seqüência dos sistemas operacionais de serviços.

4-Produtividade e Qualidade
Produtividade – O grau de eficácia com que os insumos de serviços são transformados em produtos que adicionem valor aos clientes.
Qualidade- O grau em que um serviço satisfaz os clientes ao atender suas necessidades, desejos e expectativas.

5-Pessoas
Profissionais e, as vezes, outros clientes envolvidos na produção do serviço.

6-Promoção e Educação
Todas as atividades e incentivos de comunicação destinados a aumentar a preferência do cliente por um determinado serviço ou fornecedor de serviço.
Nenhum programa de marketing pode ter sucesso sem um programa de comunicação eficaz que proporcione promoção e educação. No Marketing de serviços, grande parte da comunicação é, por natureza , educacional, particularmente com clientes novos. É necessário ensinar-lhes os benefícios do serviço, onde e quando obtê-los e como participar dos processos do serviço. A comunicação pode ser feita por indivíduos como vendedores ou treinadores ou por meio de mídia como televisão, jornais, revistas, Outdoors, folhetos e sites da internet.

7-Physical Evidence (evidencia física)
Pistas físicas ou outras pistas tangíveis que ofereçam evidências da qualidade do serviço.

8-Preço e outros custos do serviço
Despesas em dinheiro , tempo e esforço que os clientes incorrem ao comprar e consumir serviços.

Apenas para constar a Associação dos Digentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) realizou – em parceria com a consultoria Toledo & Associados - uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais de marketing com o objetivo de conhecer este trabalhador e realizar ações que o valorizem.

Apesar de 46% terem o ensino superior completo e 43% ter cursado pós-graduação, 1/4 dos profissionais entrevistados (25%), disseram não saber quais são os mais importantes autores da área de Marketing. Philip Kotler é o mais conhecido por 61% dos 150 profissionais ouvidos em São Paulo.

E acrescenta que "Deu para perceber que eles não estão lendo publicações na área de marketing e isso é preocupante porque é uma atividade em que o profissional precisa estar atento ao que acontece no mercado", um contraste, já que outro levantamento da mesma pesquisa indica que 64% dos profissionais afirmam que estar atualizado com as tendências, conhecer o mercado e os concorrentes são fatores determinantes para o sucesso na área.

Ferramentas nós temos, o que precisamos são de pessoas competentes para utilizá-las!

Abraços

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Composto de Marketing

Composto de Marketing

Inicío meu primeiro post listando o composto deste humilde blog:

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS
ADMINISTRACAO FINANCEIRA E ORCAMENTARIA
ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA
COMPORTAMENTO DE COMPRA E CONSUMO
COMUNICAÇÃO EXPRESSÃO
CONSULTORIA ORGANIZACIONAL
CONTABILIDADE
CUSTOS
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS
ECONOMIA
E-MARKETING
EMPREENDEDORISMO
ESTATÍSTICA
ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO
ESTRATEGICAS MERCADOLOGICAS
FILOSOFIA E ETICA PROFISSIONAL
GESTÃO DE MARCAS
INTRODUCAO AO DIREITO (esta por duas vezes para realmente fazer direito, hehe)
LEGISLAÇÃO APLICADA AO CONSUMIDOR
MARKETING DE RELACIONAMENTO
MARKETING DE SERVIÇOS
MATEMÁTICA
MATEMÁTICA FINANCEIRA APLICADA
PESQUISA DE MERCADO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
RECURSOS HUMANOS

Pela Universidade Anhembi Morumbi e maturado na observação atenta com mais de 10 anos atuando como profissional nos mercados de Varejo, Serviços e Indústria ligado diretamente aos aspectos mercadológicos, início este blog para em conjunto analisar, avaliar, criticar, discutir me informar e quem sabe, propor novas estratégias, isso, se é que serão possíveis... e, por que não acreditar, se até em épocas em que uns, só falam nela, outros dizem Impossible is Nothing .... , ou seja, em épocas de crise, uns choram, outros vendem lenço!!!

Composto de marketing é um mix de teoria com a prática, ciência e opinião com sensibilidade e muito feeling.

Um Canal de comunicação que vai alem dos 4 P`s, procurando acompanhar as tendências desse mercado globalizado.

Sejam bem vindos, aguardo os todos nos próximos posts, lembrando que a sua colaboração é fundamental, deixe sua opinião ou sugestão.

Abraços