segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Cachorro-Quente

Como iniciativa das maiores empresas do setor, o IDV Instituto para Desenvolvimento do Varejo, que nasceu em 2004 para fortalecer a representação de empresas varejistas de diferentes setores de atuação nacional, tem veiculado em mídias de grande circulação a Fábula do Vendedor de Cachorros-Quentes.

O texto tem como intuito fomentar o empenho dos empresários para continuarem investindo em comunicação, P&D Pesquisa e Desenvolvimento, como forma de driblar a crise, apoiados na grandeza do Brasil e na força de trabalho dos brasileiros como receita de sucesso.

Uma coisa é certa, quem não é visto não é lembrado, logo, o texto tem grande sentido.

A Fábula do vendedor de Cachorros-Quente

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada, vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia jornais. Se preocupava em produzir e vender bons cachorros-quentes.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou pra casa.
E falou ao pai:
- Pai, você não houve rádio não vê TV, não lê jornais?
A situação é crítica. O país vai quebrar.

Depois de ouvir isso o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais, vê TV. Deve estar com a razão.”

E, com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda. Abatido pela notícia, já não oferecia o seu produto em voz alta.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai, muito triste, falou para o filho:
-Você estava certo, filho, estamos no pior momento de todos os tempos.


Abraços

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