O termo "Crise" é definido como um acúmulo de problemas simultâneos que nos impede de raciocinar. Por exemplo, quando passamos por uma crise de nervos e surgem tantos problemas que mal conseguimos parar para pensar: damos voltas como baratas tontas. Normalmente, diante de um quadro desses se pede calma e sangue frio para poder identificar os problemas e estabelecer prioridades.
O planejamento estratégico serve como diretriz antes de se iniciar um negócio e permanece em constante evolução acompanhando os desenvolvimentos tecnológicos, tendências de mercado, principalmente em épocas de mudanças.
Inicialmente decidindo sobre a visão, missão e os valores da organização, tudo a que se refere ao propósito do negócio.
Onde se quer chegar?
Quais os meios para se chegar?
Quais são as regras que deverão ser seguidas?
O segundo passo é a analise do negócio na busca de identificar o que garantirá o seu sucesso, ou seja, qual o diferencial competitivo que a empresa oferece aos seus clientes para se distanciar dos concorrentes.
Como já falamos no post Ação x Ações de 28 de janeiro, que descreve todos os influenciadores que envolvem tanto o ambiente externo quanto o interno de uma organização e, que afeta a atratividade do mercado, ressaltando a importância de uma analise crítica das informações, pois existem diversas fontes principalmente especulando sobre o momento atual e cada uma fala do ponto de vista do seu aspecto mercadológico e que nem sempre é relevante ao seu negócio. O ambiente interno demanda a mesma atenção, porem com a vantagem de possuirmos o conhecimento real de sua situação, a época de pico de produção, comportamento dos consumidores, sazonalidade entre outras, ao menos deveria.
De posse dessas informações a organização pode realizar as devidas adequações e decidir qual o melhor caminho a seguir, lançando novos produtos, diversificar o negócio realocando os funcionários ociosos, ou mesmo realizando treinamento visando o diferencial competitivo.
Estabelecer objetivos e metas são fundamentais para gerar incentivos e motivação, mas veja bem, metas altas demais e objetivos inalcançáveis podem causar o efeito contrário.
A definição clara das estratégias serve para que toda a organização funcione como uma orquestra, para que cada instrumento toque de forma alternada a fim de formar uma grande sinfonia.
Avaliando suas forças e fraquezas
Identificando seus limites
Atacando os concorrentes no momento certo
Recuando quando necessário
Criando condições favoráveis para a empresa
Realizando parcerias com outras empresas
Com a estratégia adequada é preciso estabelecer o plano de ação, colocá-la em prática, controlando e acompanhando o progresso do plano, verificando as metas alcançadas, sinalizando a direção das etapas que possivelmente não estão de acordo com o programado.
Até breve,
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Branding
As primeiras formas de identificação dos produtos eram feitas por meio de marcas toscas realizadas normalmente com ferro quente como nos tonéis de madeira que transportavam o vinho, atestando a credibilidade de seus produtores, ao longo dos séculos essa forma rústica de garantir a qualidade das mercadorias e assim a segurança de seus compradores foi se aprimorando passando pela revolução industrial com a implementação de normas e procedimentos como (trademarks) tornando-se responsabilidade dos fabricantes atestarem sua procedência.
Nos dias atuais a preocupação com a marca deixou de ser uma forma simplesmente de identificação da procedência e qualidade dos produtos para se tornar objeto de desejo. O consumo em alta e a grande variedade de produtos semelhantes no mercado tornou a marca um diferencial de classes, demonstrando o perfil e os valores de quem as usa. Uma construção de Branding , construção da Marca de uma organização, leva em consideração não apenas o produto que ela vende mas a que este produto está relacionado, sua época, a cultura local e as tendências mundiais.
O mundo deixou de ser uma uniformidade de conceitos e se dividiu em grupos de consumo, cada detalhe da sua personalidade, a forma de expressar ou mesmo suas preferências musicais esta relacionada ao meio em que esta inserido. É desta forma as organizações escolhem seus clientes e concentra sua energia para transformar sua marca atraente a esse publico.
Muitas organizações focaram o seu Core Busines, seu ramo de atuação, não especificamente na fabricação dos produtos que ela distribui, mas sim na construção da marca que estes produtos carregam, tronaram-se referência pela forma que trabalham o conceito na mente do consumidor. A Nike, por exemplo, não possui fabricas, estabeleceu escritórios de marketing pelo mundo e terceiriza sua produção. Outras empresas investem pesado na marca, como no caso da Red Bull que destina 30% do seu faturamento bruto, veja bem, 30% do que circula na empresa, em ações de marketing para proporcionar aos seus consumidores eventos de alto risco e assim associar a marca aos desejos de coragem, ousadia, superação de limites, desafios e, principalmente, desempenho.
Toda empresa que valoriza seu negócio deve se preocupar com o conceito da sua marca e o que ela desperta no seu consumidor.
Até Breve,
Nos dias atuais a preocupação com a marca deixou de ser uma forma simplesmente de identificação da procedência e qualidade dos produtos para se tornar objeto de desejo. O consumo em alta e a grande variedade de produtos semelhantes no mercado tornou a marca um diferencial de classes, demonstrando o perfil e os valores de quem as usa. Uma construção de Branding , construção da Marca de uma organização, leva em consideração não apenas o produto que ela vende mas a que este produto está relacionado, sua época, a cultura local e as tendências mundiais.
O mundo deixou de ser uma uniformidade de conceitos e se dividiu em grupos de consumo, cada detalhe da sua personalidade, a forma de expressar ou mesmo suas preferências musicais esta relacionada ao meio em que esta inserido. É desta forma as organizações escolhem seus clientes e concentra sua energia para transformar sua marca atraente a esse publico.
Muitas organizações focaram o seu Core Busines, seu ramo de atuação, não especificamente na fabricação dos produtos que ela distribui, mas sim na construção da marca que estes produtos carregam, tronaram-se referência pela forma que trabalham o conceito na mente do consumidor. A Nike, por exemplo, não possui fabricas, estabeleceu escritórios de marketing pelo mundo e terceiriza sua produção. Outras empresas investem pesado na marca, como no caso da Red Bull que destina 30% do seu faturamento bruto, veja bem, 30% do que circula na empresa, em ações de marketing para proporcionar aos seus consumidores eventos de alto risco e assim associar a marca aos desejos de coragem, ousadia, superação de limites, desafios e, principalmente, desempenho.
Toda empresa que valoriza seu negócio deve se preocupar com o conceito da sua marca e o que ela desperta no seu consumidor.
Até Breve,
Marcadores:
Core Busines,
Marcas,
Nike,
Red Bull,
Trademarks
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A conta por favor.
Como já sabemos a situação econômica esta longe de ser apenas marolas, entretanto existem muitos empresários indo a forra, enxugando antes mesmo que estas ondas comecem a molhar a nossa toalha verde amarela.
É certo que a balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 518 milhões em Janeiro, as exportações somaram US$ 9,78 bilhões, e as importações, US$ 10,3 bilhões.
O mais impressionante é que, imediatamente senti a (marola) na conta do restaurantezinho que costumo frequentar e, veja bem, não estou falando do Rubayat, mas quando vi a conta pensei estar em uma das suas mesas, logicamente que esta sensação estava limitada ao valor do ticket, infelizmente.
Essa diferença comercial se deve ao baixo valor agregado de nossos produtos por isso temos uma grande dificuldade de empatar essa conta, mesmo que a necessidade por insumos de outros países seja tão grande quanto a nossa por tecnologia e produtos de consumo, porem, existem uma serie de ações que um empreendedor não só pode como deveria tomar antes de aumentar os preços para manter seus lucros. Segundo Warren Buffett, "Devemos ser audacioso quando os outros estiverem com medo e ter medo quando os outros forem audaciosos."
Sendo assim para reagir as intempéries econômicas, temos algumas ferramentas antes de recorrer ao drástico aumento de preços que causam uma rachadura na relação com o cliente, que afinal também enfrenta a mesma crise e não tem a quem repassar os seus prejuízos.
Clientes existentes são grande fonte de novos negócios, neste que se pode chamar de negócio indicado ou negócio referenciado é tanto mais fácil de fechar, quanto melhor for seu relacionamento com seu cliente e a empresa. No entanto, é maior a dificuldade em reter clientes existentes.
A retenção será mais fácil se continuamente desenvolver novos produtos serviços com um alcance de mercado cada vez maior, ou se partilhar a redução de custo via obtenção de maiores ganhos de produtividade. Entretanto deve-se ter atenção, já que 80% dos produtos lançados no Brasil saem do mercado em até dois anos, devido ao marketing insuficiente e falta de inovação e benefícios ao consumidor.
Uma forma de garantir alguma estabilidade e continuidade do negócio é retendo clientes existentes, no entanto, para aumentar o negócio é necessário ganhar quota de mercado dos concorrentes. Aumentar a força de vendas para cobrir mais mercado e aumentar as vendas, aquisições de concorrentes para avançar ou mesmo avançar para aquisições que permitam diferenciar o negócio, ou incrementar vendas ganhando quota de mercado.
Markt - share = Participação de uma empresa no mercado
Mind - share = Participação de uma marca no mercado
Wallet - share = Participação de uma empresa na carteira do cliente
Para ter um crescimento sustentável de vendas é e necessário a participação ativa do marketing nas discussões sobre o posicionamento de marca, investir de forma adequada nas diferentes mídias disponíveis e principalmente, usar as informações, database marketing, construção gestão e utilização da base de conhecimento de seus clientes, tanto internas e externas, em suas necessidades e sua forma de interagir com a organização.
Agora vou ter que buscar outros restaurantes que se encaixe na minha verba de satisfação pessoal.
Até Breve.
É certo que a balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 518 milhões em Janeiro, as exportações somaram US$ 9,78 bilhões, e as importações, US$ 10,3 bilhões.
O mais impressionante é que, imediatamente senti a (marola) na conta do restaurantezinho que costumo frequentar e, veja bem, não estou falando do Rubayat, mas quando vi a conta pensei estar em uma das suas mesas, logicamente que esta sensação estava limitada ao valor do ticket, infelizmente.
Essa diferença comercial se deve ao baixo valor agregado de nossos produtos por isso temos uma grande dificuldade de empatar essa conta, mesmo que a necessidade por insumos de outros países seja tão grande quanto a nossa por tecnologia e produtos de consumo, porem, existem uma serie de ações que um empreendedor não só pode como deveria tomar antes de aumentar os preços para manter seus lucros. Segundo Warren Buffett, "Devemos ser audacioso quando os outros estiverem com medo e ter medo quando os outros forem audaciosos."
Sendo assim para reagir as intempéries econômicas, temos algumas ferramentas antes de recorrer ao drástico aumento de preços que causam uma rachadura na relação com o cliente, que afinal também enfrenta a mesma crise e não tem a quem repassar os seus prejuízos.
Clientes existentes são grande fonte de novos negócios, neste que se pode chamar de negócio indicado ou negócio referenciado é tanto mais fácil de fechar, quanto melhor for seu relacionamento com seu cliente e a empresa. No entanto, é maior a dificuldade em reter clientes existentes.
A retenção será mais fácil se continuamente desenvolver novos produtos serviços com um alcance de mercado cada vez maior, ou se partilhar a redução de custo via obtenção de maiores ganhos de produtividade. Entretanto deve-se ter atenção, já que 80% dos produtos lançados no Brasil saem do mercado em até dois anos, devido ao marketing insuficiente e falta de inovação e benefícios ao consumidor.
Uma forma de garantir alguma estabilidade e continuidade do negócio é retendo clientes existentes, no entanto, para aumentar o negócio é necessário ganhar quota de mercado dos concorrentes. Aumentar a força de vendas para cobrir mais mercado e aumentar as vendas, aquisições de concorrentes para avançar ou mesmo avançar para aquisições que permitam diferenciar o negócio, ou incrementar vendas ganhando quota de mercado.
Markt - share = Participação de uma empresa no mercado
Mind - share = Participação de uma marca no mercado
Wallet - share = Participação de uma empresa na carteira do cliente
Para ter um crescimento sustentável de vendas é e necessário a participação ativa do marketing nas discussões sobre o posicionamento de marca, investir de forma adequada nas diferentes mídias disponíveis e principalmente, usar as informações, database marketing, construção gestão e utilização da base de conhecimento de seus clientes, tanto internas e externas, em suas necessidades e sua forma de interagir com a organização.
Agora vou ter que buscar outros restaurantes que se encaixe na minha verba de satisfação pessoal.
Até Breve.
Marcadores:
balança comercial,
crescimento sustentável,
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Mind-share,
ticket,
Wallet-share,
Warren Buffett
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
No bolso
Móbile marketing, ações de marketing desenvolvidas para celular. Navegação em paginas exclusivas para determinados aparelhos como aplicativos para iPhone, ou mesmo nas simples mensagens de texto para venda de produtos. O celular é um ponto de contato com o cliente, prático e, de acordo com a sua disponibilidade. O CRM Costumer Relationship Management ou Gestão do Relacionamento do Cliente utilizando dessas ferramentas para identificar, personalizar e integrar dados, voltado para o atendimento e a antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa.
Atualmente é difícil alguém entre 18 e 40 anos que não possua um celular. No Brasil, o uso de celulares bate recorde anualmente totalizando mais de 112 milhões de usuários, para exemplificar o que isto significa, imagine que ainda não chegamos a ter 70 milhões de televisores. Segundo a Mobile Marketing Association, os investimentos em publicidade no celular devem chegar U$$ 55 Bilhões até 2011. Nada difícil de entender já que a taxa de sucesso do Mobile Marketing chega a 25% contra 1,5% dos meios convencionais de marketing, ou seja, esta ferramenta prova ser eficaz, e a tendência é que mais empresas e agências desenvolvam aplicativos e campanhas para o celular.
Com tudo a utilização desse canal de comunicação depende da autorização do usuário, seja na ativação do bluetooth de seu aparelho ou na permissão prévia do envio de mensagens via operadora. Algumas redes de fast food já disponibilizam seus cardápios nos celulares por meio do bluetooth, a forma mais efetiva de trabalhar com esta ferramenta, se tornando útil ao usuário conseguindo a sua confiança, estabelecendo a base do CRM.
Qualquer tipo de comunicação com o cliente representa uma oportunidade extremamente valiosa para desenvolver um relacionamento positivo com aquela pessoa. A excelência em atendimento ao cliente trata de assegurar que elas sejam usadas por completo em todas as ocasiões, seja quais forem as circunstancias.
Boa impressão é cada oportunidade, ser a melhor impressão.
Até breve.
Atualmente é difícil alguém entre 18 e 40 anos que não possua um celular. No Brasil, o uso de celulares bate recorde anualmente totalizando mais de 112 milhões de usuários, para exemplificar o que isto significa, imagine que ainda não chegamos a ter 70 milhões de televisores. Segundo a Mobile Marketing Association, os investimentos em publicidade no celular devem chegar U$$ 55 Bilhões até 2011. Nada difícil de entender já que a taxa de sucesso do Mobile Marketing chega a 25% contra 1,5% dos meios convencionais de marketing, ou seja, esta ferramenta prova ser eficaz, e a tendência é que mais empresas e agências desenvolvam aplicativos e campanhas para o celular.
Com tudo a utilização desse canal de comunicação depende da autorização do usuário, seja na ativação do bluetooth de seu aparelho ou na permissão prévia do envio de mensagens via operadora. Algumas redes de fast food já disponibilizam seus cardápios nos celulares por meio do bluetooth, a forma mais efetiva de trabalhar com esta ferramenta, se tornando útil ao usuário conseguindo a sua confiança, estabelecendo a base do CRM.
Qualquer tipo de comunicação com o cliente representa uma oportunidade extremamente valiosa para desenvolver um relacionamento positivo com aquela pessoa. A excelência em atendimento ao cliente trata de assegurar que elas sejam usadas por completo em todas as ocasiões, seja quais forem as circunstancias.
Boa impressão é cada oportunidade, ser a melhor impressão.
Até breve.
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