Nos últimos anos o mundo entrou em marcha para mudanças significativas, mas, ainda é cedo pra dizer que estamos no caminho certo, ao menos, segue a voz da consciência e o bom senso, sendo assim, as estratégias e o planejamento empresarial devem, ou deveriam seguir o mesmo instinto de sobrevivência.
Diante dessa tendência, o comprometimento da indústria vai alem do bom desempenho econômico, responsabilidade social, garantia de empregos e preservação do meio ambiente. Estamos frente a um grande gargalo criado pelos próprios mecanismos que hoje favorecem o bom desempenho da indústria em geral, a sociedade do consumo concentrada nas grandes capitais limita o potencial a longo prazo desse mercado que, de um lado, o desenvolvimento econômico democratizou o poder de compra e, de outro esbarra na capacidade física dos centros urbanos.
A saída seria o alinhamento do planejamento e a estratégia das indústrias com as políticas publicas e os planos diretores dos governos, fazendo como sempre fizeram, mas agora, cuidando do interesse comum como garantia para longevidade de seus negócios e, não apenas influenciadas pela guerra de incentivos fiscais estadual.
Concentramos toda atenção no mercado financeiro a fim evitar o colapso mercantil, entretanto, não é apenas a bolha econômica que pode criar grandes problemas ao desenvolvimento de um país. Como já acontece no Brasil, temos crescido exponencialmente na produção de commodities, sendo que a deficiência na infraestrutura para escoar a produção engessa o potencial e a capacidade de produzir ainda mais e, assim, empregar mais brasileiros.
O marketing envolve o ambiente como um todo, não apenas em satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores agora, mas, preservando e estimulando condições favoráveis de futuro, contribuindo para a sociedade e a saúde das operações, ou seja, a saúde dos consumidores.
Até Breve
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Um País Competitivo
O Brasil parece que vive uma alucinação coletiva. Minha mãe sempre me disse quem nunca viu melado, quando vê, se lambuza.
É obvio que o desenvolvimento de qualquer negócio só acontece com parcerias, taxas de juros acessíveis que viabilizem investimentos para empregar, aumentar a produção e por fim, vender, para isso é necessário infraestrutura, aeroportos, portos, trens e rodovias para escoar a produção.
Temos uma nova geração de profissionais, que de acordo com estudos, apenas 20% ocupam cargos de liderança. E os outros 80% que também se preparou e investiu na carreira? Está subordinada aos mesmos 20%? É Preciso ampliar o espaço para estes profissionais ensinarem outros, só assim teremos condições reais com oportunidade para todos, ou corremos o risco de ter especialistas frustrados.
Vivemos nos últimos 30 anos sofrendo com o subdesenvolvimento e, quando temos a oportunidade de fazer a lição de casa, deixamos de nos tornar competitivos, para nos envolvemos em negociações aliados a países com interesses escusos e seus lideres ainda mais intrigantes mesmo nunca nos envolvendo em guerras, ser credores de bancos internacionais e ter como maior programa de governo acabar com a fome do país, isso é desenvolvimento para o brasileiro??
Depois da estabilidade da moeda, não tivemos nenhuma estratégia que garanta que nos tornemos um país competitivo, vivemos a bonança do que foi plantado a mais de 10 anos, porem, extremamente perigosa caso a estrutura dessa potência econômica, Brasil, não for devidamente sustentada, pois nenhuma colheita, dura para vida toda.
Precisamos de estratégias, ações que garantam abertura de mercados, desenvolvimento da indústria e da tecnologia, oportunidade para novos empreendedores brasileiros, fortalecerem as empresas brasileiras, financiada em Reais para nós, Brasileiros, que cada dia mais conclui os estudos por conta própria, frequenta a faculdade em busca da oportunidade de ter seu emprego para poder crescer, ser promovido, formar uma família e incentivar seus filhos a estudar em um país desenvolvido e contribuir para essa nação.
O Brasil tem as maiores colônias fora do país, essas pessoas, muitos formados, ou por que não conseguiram um posto de trabalho ou enxergaram alem das miseras condições pregadas aqui como conquista da sociedade e deixam a família, filhos, entes queridos para se sujeitar a subempregos que pagam três, quatro vezes mais que o mesmo posto na sua pátria, só assim, sofrendo de saudade, passando apuros, sem sistema de saúde público, em terra estrangeira conseguem fazer o seu pé de meia para conquistar a tão sonhada liberdade e empreender ou ter sua casa própria, essa é tão aclamada condição brasileira?
As catástrofes que acompanhamos, atingindo inicialmente a maior cidade do país, deixando São Paulo debaixo d’água, fazendo a opinião publica atacar veementemente as condições da cidade, foi apenas a ponta do icberg, demonstrando que não é apenas um ponto isolado, mas um problema crônico castigando famílias em todas as regiões, pessoas que instalaram suas casas de forma precária, amontoadas em cima de um lixão, em condições subumana, que impressionaram vistas da televisão, imaginem a situação do local, porem, a única forma destes, seres humanos, que viviam muito próximos dessa, economia que vai bem, sobreviverem, as margens, dessa sociedade que quer acreditar que tudo vai bem.
Como brasileiro me sinto sócio desse negócio Brasil e, dessa forma, não pactuo com os absurdos ouvidos, vistos e presenciado, a quantidade de pessoas disputando o mesmo metro quadrado por questões de sobrevivência, por que em outro lugar nem as migalhas lhes sobram.
Este país possui um defeito crônico de inferioridade e, enquanto o povo não perceber que pode mais, que tem direito a mais e, exigir mais, serão tratados como escravos da miséria.
Eu acredito que o Brasil pode mais, eu quero mais, e não vou deixar por menos!
Até breve.
É obvio que o desenvolvimento de qualquer negócio só acontece com parcerias, taxas de juros acessíveis que viabilizem investimentos para empregar, aumentar a produção e por fim, vender, para isso é necessário infraestrutura, aeroportos, portos, trens e rodovias para escoar a produção.
Temos uma nova geração de profissionais, que de acordo com estudos, apenas 20% ocupam cargos de liderança. E os outros 80% que também se preparou e investiu na carreira? Está subordinada aos mesmos 20%? É Preciso ampliar o espaço para estes profissionais ensinarem outros, só assim teremos condições reais com oportunidade para todos, ou corremos o risco de ter especialistas frustrados.
Vivemos nos últimos 30 anos sofrendo com o subdesenvolvimento e, quando temos a oportunidade de fazer a lição de casa, deixamos de nos tornar competitivos, para nos envolvemos em negociações aliados a países com interesses escusos e seus lideres ainda mais intrigantes mesmo nunca nos envolvendo em guerras, ser credores de bancos internacionais e ter como maior programa de governo acabar com a fome do país, isso é desenvolvimento para o brasileiro??
Depois da estabilidade da moeda, não tivemos nenhuma estratégia que garanta que nos tornemos um país competitivo, vivemos a bonança do que foi plantado a mais de 10 anos, porem, extremamente perigosa caso a estrutura dessa potência econômica, Brasil, não for devidamente sustentada, pois nenhuma colheita, dura para vida toda.
Precisamos de estratégias, ações que garantam abertura de mercados, desenvolvimento da indústria e da tecnologia, oportunidade para novos empreendedores brasileiros, fortalecerem as empresas brasileiras, financiada em Reais para nós, Brasileiros, que cada dia mais conclui os estudos por conta própria, frequenta a faculdade em busca da oportunidade de ter seu emprego para poder crescer, ser promovido, formar uma família e incentivar seus filhos a estudar em um país desenvolvido e contribuir para essa nação.
O Brasil tem as maiores colônias fora do país, essas pessoas, muitos formados, ou por que não conseguiram um posto de trabalho ou enxergaram alem das miseras condições pregadas aqui como conquista da sociedade e deixam a família, filhos, entes queridos para se sujeitar a subempregos que pagam três, quatro vezes mais que o mesmo posto na sua pátria, só assim, sofrendo de saudade, passando apuros, sem sistema de saúde público, em terra estrangeira conseguem fazer o seu pé de meia para conquistar a tão sonhada liberdade e empreender ou ter sua casa própria, essa é tão aclamada condição brasileira?
As catástrofes que acompanhamos, atingindo inicialmente a maior cidade do país, deixando São Paulo debaixo d’água, fazendo a opinião publica atacar veementemente as condições da cidade, foi apenas a ponta do icberg, demonstrando que não é apenas um ponto isolado, mas um problema crônico castigando famílias em todas as regiões, pessoas que instalaram suas casas de forma precária, amontoadas em cima de um lixão, em condições subumana, que impressionaram vistas da televisão, imaginem a situação do local, porem, a única forma destes, seres humanos, que viviam muito próximos dessa, economia que vai bem, sobreviverem, as margens, dessa sociedade que quer acreditar que tudo vai bem.
Como brasileiro me sinto sócio desse negócio Brasil e, dessa forma, não pactuo com os absurdos ouvidos, vistos e presenciado, a quantidade de pessoas disputando o mesmo metro quadrado por questões de sobrevivência, por que em outro lugar nem as migalhas lhes sobram.
Este país possui um defeito crônico de inferioridade e, enquanto o povo não perceber que pode mais, que tem direito a mais e, exigir mais, serão tratados como escravos da miséria.
Eu acredito que o Brasil pode mais, eu quero mais, e não vou deixar por menos!
Até breve.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Relacionamento
Toda experiência pode ser considerada um relacionamento, dos mais rápidos e modernos, como uma simples ficada, ou seja, uma breve consulta de interesse por determinado produto, até chegar ao duradouro casamento. Contando, claro, que tudo ocorra de maneira fluida na análise dos benefícios e atributos daquele produto e este, corresponda às expectativas conquistando fidelização a marca e a lealdade ao produto.
Deste modo antes mesmo da existência do produto, o departamento de P&D pesquisa e desenvolvimento, junta todas as peças como um quebra cabeça, desejo do consumidor, facilidade, desempenho, qualidade e inovação tecnológica em diversas propostas de novos produtos para analise da diretoria, que alinha os produtos apresentados, as metas e objetivos da companhia com as tendências de mercado.
Com essa proposta a 3M há mais de 105 anos é reconhecida pelo seu legado de inovação, conquistou o 3° lugar no ranking das empresas mais inovadoras. Com seis divisões de negócios organizadas por mercado atua em diferentes frentes com uma proposta que pode até parecer simples, porem, desafiadora, inovar sempre.
Para atingir esse objetivo tem na sua concepção a equação que pesquisa, é transformar dinheiro em conhecimento e, inovação é transformar conhecimento em dinheiro, assim investindo 6% da renda mantém 500 pedidos de patentes anuais o que representa 25% do seu faturamento.
Nem todas as empresas possuem um capacitado centro de desenvolvimento de novidades, pelo simples fato de não ser o seu negócio, mas precisam despertar nos seus consumidores o mesmo sentimento de atualização, aí entra mais uma vez o marketing de relacionamento, entendendo as necessidades de cada cliente, oferecendo os produtos que ele precisa antecipando tendências e facilidades, uma consultoria, como as personal-shoppers onde cada detalhe deve ser analisado, alinhado ao desejo e personalidade de cada cliente.
Muito antes das mega fusões de grandes bancos e lojas do varejo para fortalecerem suas operações, mais de 40 marcas distribuídas no bairro do Brás em São Paulo, produzem o Fashion Brás, menos badalado que o Fashion Week é verdade, mas alimenta com as tendências e novidades outra parte não menos importante da cadeia de distribuição do mercado da moda.
Em um país com dimensões continentais, a logística e a distribuição com uma boa estratégia de comunicação é a única forma de alcançar “do Oiapoque ao Chuí”.
Até breve.
Deste modo antes mesmo da existência do produto, o departamento de P&D pesquisa e desenvolvimento, junta todas as peças como um quebra cabeça, desejo do consumidor, facilidade, desempenho, qualidade e inovação tecnológica em diversas propostas de novos produtos para analise da diretoria, que alinha os produtos apresentados, as metas e objetivos da companhia com as tendências de mercado.
Com essa proposta a 3M há mais de 105 anos é reconhecida pelo seu legado de inovação, conquistou o 3° lugar no ranking das empresas mais inovadoras. Com seis divisões de negócios organizadas por mercado atua em diferentes frentes com uma proposta que pode até parecer simples, porem, desafiadora, inovar sempre.
Para atingir esse objetivo tem na sua concepção a equação que pesquisa, é transformar dinheiro em conhecimento e, inovação é transformar conhecimento em dinheiro, assim investindo 6% da renda mantém 500 pedidos de patentes anuais o que representa 25% do seu faturamento.
Nem todas as empresas possuem um capacitado centro de desenvolvimento de novidades, pelo simples fato de não ser o seu negócio, mas precisam despertar nos seus consumidores o mesmo sentimento de atualização, aí entra mais uma vez o marketing de relacionamento, entendendo as necessidades de cada cliente, oferecendo os produtos que ele precisa antecipando tendências e facilidades, uma consultoria, como as personal-shoppers onde cada detalhe deve ser analisado, alinhado ao desejo e personalidade de cada cliente.
Muito antes das mega fusões de grandes bancos e lojas do varejo para fortalecerem suas operações, mais de 40 marcas distribuídas no bairro do Brás em São Paulo, produzem o Fashion Brás, menos badalado que o Fashion Week é verdade, mas alimenta com as tendências e novidades outra parte não menos importante da cadeia de distribuição do mercado da moda.
Em um país com dimensões continentais, a logística e a distribuição com uma boa estratégia de comunicação é a única forma de alcançar “do Oiapoque ao Chuí”.
Até breve.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Marca
Toda confiança depositada em um produto vem dela, fundamental em qualquer relação, tão difícil de se conquistar e, tão fácil de se perder. A confiança é o elo que faz a marca resistir por gerações, ao tempo, agregando valor aos produtos que ela vende.
Estamos expostos a uma quantidade cada dia maior de ações que buscam nossa atenção e, por outro lado, estamos cada dia mais seletivos aos apelos externos devido a quantidade de abordagens, assim na hora de decidir por determinado produto ou serviço ela é tão importante na escolha, de garantia para segurança da família, satisfação entre custo x benefício e tranquilidade.
Marcas exclusivas para cada tipo de publico, produtos destinados a necessidades especificas e serviços cada vez mais personalizados, cada um de nós busca um atributo ou benefício de uma marca, mesmo que seja emocional.
A Marca define um processo, que define personalidade, que define seu publico.
The oscar goes to... Consumidor!
Até breve.
Estamos expostos a uma quantidade cada dia maior de ações que buscam nossa atenção e, por outro lado, estamos cada dia mais seletivos aos apelos externos devido a quantidade de abordagens, assim na hora de decidir por determinado produto ou serviço ela é tão importante na escolha, de garantia para segurança da família, satisfação entre custo x benefício e tranquilidade.
Marcas exclusivas para cada tipo de publico, produtos destinados a necessidades especificas e serviços cada vez mais personalizados, cada um de nós busca um atributo ou benefício de uma marca, mesmo que seja emocional.
A Marca define um processo, que define personalidade, que define seu publico.
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Até breve.
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Marcas,
valor agregado
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Grande Negócio
A carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo, como bem disse o nosso grande poeta, Antonio Carlos Jobim, “O Brasil não é para amadores” e mesmo com o alto custo dos produtos, serviços e encargos financeiros o Brasil no “Rebolation” tem crescido e recentemente anunciou novas quedas do desemprego.
Motivos pra comemorar? Claro! Porem, se observarmos o tamanho desse país, o potencial humano desperdiçado pela falta de incentivos e investimento da indústria na base da política assistencialista, veremos que estamos nos contentando com muito pouco.
Qualquer empresário de uma empresa privada certamente já teria demitido o gestor desse negócio “Brasil” por falta de resultados como fez o Palmeiras demitindo o técnico Muricy Ramalho pelo mau desempenho do time e, veja bem, foram apenas 8 meses de trabalho, por favor, sem fazer paralelos, até por que, esse mesmo empresário não teria nem contratado alguém sem experiência e muito menos sem formação alguma, alias me desculpem, é sim formado, pela “escola da vida” e sabemos bem o que isso significa.
O desenvolvimento lento da indústria, a falta de investimento e interesse em se criar novos negócios gera um déficit de crescimento econômico x oportunidade, a mesma bolha criada na ditadura que resultou no que é chamada, década perdida, criou-se nos últimos 8 anos. Com a falta de novas propostas de desenvolvimento teremos no mínimo mais 8 anos pela frente até que as propostas do seu sucessor criem oportunidades reais para cada brasileiro.
Se por um lado a indústria cresce lenta pelos altos impostos, por outro a Igreja cresce em ritmo acelerado, pela falta de impostos. Proliferam Pastores, Apóstolos, Missionários e Bispos, compram emissoras de TV, criam suas próprias transmissoras de TV a Cabo, alugam estádios de futebol e transmitem ao vivo o show da Fé.org, quando não estão pedindo contribuições que chegam aos caixas livres de impostos.
Enquanto a China desenvolve métodos mais eficientes e baratos de produção e cresce a 11,4% , a Índia com soluções em tecnologia a 8,5% o Brasil em seus míseros 1,9% tem como principal proposta o Programa de Aceleração do Crescimento, uma piada nacional, que transforma todos os brasileiros em crentes na solução divina.
Propaganda, é a alma do negócio.
Até Breve.
Motivos pra comemorar? Claro! Porem, se observarmos o tamanho desse país, o potencial humano desperdiçado pela falta de incentivos e investimento da indústria na base da política assistencialista, veremos que estamos nos contentando com muito pouco.
Qualquer empresário de uma empresa privada certamente já teria demitido o gestor desse negócio “Brasil” por falta de resultados como fez o Palmeiras demitindo o técnico Muricy Ramalho pelo mau desempenho do time e, veja bem, foram apenas 8 meses de trabalho, por favor, sem fazer paralelos, até por que, esse mesmo empresário não teria nem contratado alguém sem experiência e muito menos sem formação alguma, alias me desculpem, é sim formado, pela “escola da vida” e sabemos bem o que isso significa.
O desenvolvimento lento da indústria, a falta de investimento e interesse em se criar novos negócios gera um déficit de crescimento econômico x oportunidade, a mesma bolha criada na ditadura que resultou no que é chamada, década perdida, criou-se nos últimos 8 anos. Com a falta de novas propostas de desenvolvimento teremos no mínimo mais 8 anos pela frente até que as propostas do seu sucessor criem oportunidades reais para cada brasileiro.
Se por um lado a indústria cresce lenta pelos altos impostos, por outro a Igreja cresce em ritmo acelerado, pela falta de impostos. Proliferam Pastores, Apóstolos, Missionários e Bispos, compram emissoras de TV, criam suas próprias transmissoras de TV a Cabo, alugam estádios de futebol e transmitem ao vivo o show da Fé.org, quando não estão pedindo contribuições que chegam aos caixas livres de impostos.
Enquanto a China desenvolve métodos mais eficientes e baratos de produção e cresce a 11,4% , a Índia com soluções em tecnologia a 8,5% o Brasil em seus míseros 1,9% tem como principal proposta o Programa de Aceleração do Crescimento, uma piada nacional, que transforma todos os brasileiros em crentes na solução divina.
Propaganda, é a alma do negócio.
Até Breve.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Revolução Comportamental
Desde a revolução industrial não se via tanta novidade como a que a web tem proporcionado a cada upgrade, as mais diferentes ferramentas de comunicação direta na busca incansável pela preciosa lembrança do consumidor através da interação, seja surpreendendo no ponto de venda, inovando nas facilidades oferecidas, ou mesmo proporcionando momentos de descontração.
A web é cada dia mais o canal direto com o consumidor que busca algo mais dos serviços, não basta oferecer os melhores produtos a preços competitivos é preciso ter afinidade com a marca, acreditar na sua filosofia. Como Steve Jobs menciona em sua biografia a decisão por determinados produtos muitas vezes é tomada na mesa de jantar e, os argumentos de cada produto são analisados de acordo com os valores de cada membro da família, seja pelo design, capacidade, autonomia ou mesmo a simpatia que a marca desperta.
A grande vantagem desse ambiente virtual é a democratização, pensando de forma simples a TAP Transportes Aéreos Portugueses, reuniu profissionais de artes do corpo, mixou algumas músicas e fez muita gente por alguns instantes, preciosos minutos, parar para assistirem as intervenções realizadas primeiramente no Aeroporto Internacional do Rio, Antonio Carlos Jobim, e em seguida repetiu o sucesso da ação para alegria dos Paulistas que passavam pelo aeroporto de Guarulhos.
Embalado pelas férias, e na aderência dos brasileiros as redes sociais a Azul Linhas Aéreas criou seu próprio ambiente onde seus inscritos podem contar sobre as suas viagens, postar fotos e vídeos.
Visit Viajamos.com.br
A vida imita a arte e, a arte faz parte da vida de todos nós, inovando ou mesmo propondo releituras, pode ser a diferença na hora de despertar o interesse do consumidor.
Até Breve.
A web é cada dia mais o canal direto com o consumidor que busca algo mais dos serviços, não basta oferecer os melhores produtos a preços competitivos é preciso ter afinidade com a marca, acreditar na sua filosofia. Como Steve Jobs menciona em sua biografia a decisão por determinados produtos muitas vezes é tomada na mesa de jantar e, os argumentos de cada produto são analisados de acordo com os valores de cada membro da família, seja pelo design, capacidade, autonomia ou mesmo a simpatia que a marca desperta.
A grande vantagem desse ambiente virtual é a democratização, pensando de forma simples a TAP Transportes Aéreos Portugueses, reuniu profissionais de artes do corpo, mixou algumas músicas e fez muita gente por alguns instantes, preciosos minutos, parar para assistirem as intervenções realizadas primeiramente no Aeroporto Internacional do Rio, Antonio Carlos Jobim, e em seguida repetiu o sucesso da ação para alegria dos Paulistas que passavam pelo aeroporto de Guarulhos.
Embalado pelas férias, e na aderência dos brasileiros as redes sociais a Azul Linhas Aéreas criou seu próprio ambiente onde seus inscritos podem contar sobre as suas viagens, postar fotos e vídeos.
Visit Viajamos.com.br
A vida imita a arte e, a arte faz parte da vida de todos nós, inovando ou mesmo propondo releituras, pode ser a diferença na hora de despertar o interesse do consumidor.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Grandes Redes
Com a estabilidade financeira do brasileiro e o nivelamento do crédito, os formatos de negócio baseado apenas no desejo de consumo da população, que antes observava apenas se a prestação cabia em seu bolso, não atinge os mesmos resultados.
Como Maslow demonstrou, os estágios do consumo iniciam nas necessidades básicas, passam pelo sentimento não apenas de pertencer, mas ser reconhecido em seu grupo até atingir o ápice, da satisfação pessoal.
É este o momento que separa os comerciantes dos empreendedores, enxergar alem do que os olhos vêem é fundamental para acertar o alvo e formular uma estratégia vencedora, observar a movimentação do mercado com analise critica de seus pontos fracos e real noção dos seus pontos fortes.
Leitura, tendência mundial de convergência digital, acesso subsidiado a rede para milhões de brasileiros, crescimento exponencial do comercio eletrônico e forte presença de pontos de venda da concorrência, mercado. Falta de estrutura operacional logística e know how para entrega a domicilio, pontos fracos. Eficiência dos processos, baixo custo operacional, alto rendimento individual, são os pontos fortes.
Com esse movimento a Companhia Brasileira de Distribuição volta a ser a maior rede de varejo do País e Abílio Diniz junta-se ao rol de empresários audaciosos como Roberto Setúbal, Norberto Odebrecht, Antonio Ermirio de Moraes. Unindo forças com a rede varejista mais popular de outro gigante, Samuel Klein, ampliou suas forças para criar condições competitivas de concorrência com outros monstros cada vez mais próximos dos brasileiros pelas ondas da rede mundial.
Vamos pescar!?
Até Breve.
Como Maslow demonstrou, os estágios do consumo iniciam nas necessidades básicas, passam pelo sentimento não apenas de pertencer, mas ser reconhecido em seu grupo até atingir o ápice, da satisfação pessoal.
É este o momento que separa os comerciantes dos empreendedores, enxergar alem do que os olhos vêem é fundamental para acertar o alvo e formular uma estratégia vencedora, observar a movimentação do mercado com analise critica de seus pontos fracos e real noção dos seus pontos fortes.
Leitura, tendência mundial de convergência digital, acesso subsidiado a rede para milhões de brasileiros, crescimento exponencial do comercio eletrônico e forte presença de pontos de venda da concorrência, mercado. Falta de estrutura operacional logística e know how para entrega a domicilio, pontos fracos. Eficiência dos processos, baixo custo operacional, alto rendimento individual, são os pontos fortes.
Com esse movimento a Companhia Brasileira de Distribuição volta a ser a maior rede de varejo do País e Abílio Diniz junta-se ao rol de empresários audaciosos como Roberto Setúbal, Norberto Odebrecht, Antonio Ermirio de Moraes. Unindo forças com a rede varejista mais popular de outro gigante, Samuel Klein, ampliou suas forças para criar condições competitivas de concorrência com outros monstros cada vez mais próximos dos brasileiros pelas ondas da rede mundial.
Vamos pescar!?
Até Breve.
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pontos fracos
sábado, 16 de janeiro de 2010
Isso que é 2010

Iniciamos 2010 com as esperanças muito mais que renovadas, iniciamos este ano com grandes expectativas de crescimento, do país e o nosso próprio, de grandes conquistas, da seleção Brasileira na Copa da África e de realização dos nossos sonhos e claro, mais importante que um titulo de futebol, é a escolha certa do nosso representante.
2010 começou demonstrando a que natureza vai seguir seu curso, independente da nossa presença, a terra se recicla e já mostrou isso, seus moradores é que se mudem, ou nos convencemos e, convencemos aos outros como uma grande legião, que temos que tomar novas atitudes ou continuaremos a ver a mutação da natureza sob nossos pés.
Em pleno século XXI, redes de tecnologia conectando todo o planeta, não combina com aquela velha atitude de apenas apontar o dedo. Temos que tomar a frente, assumir a responsabilidade dos nossos próprios atos, não ficar mais esperando que alguém tome uma providencia, esses mesmos representantes não podem ser confundidos com síndicos e muito menos absolvidos, imunes as consequências.
Antes de olhar o todo, devemos olhar primeiramente o nosso, estamos fazendo a nossa parte? E não digo apenas quanto ao respeito ao próximo? Dar passagem ao ciclista? Reciclar seu lixo? Cuidar da sua calçada? Estou falando dos que nem lêem este tipo de argumento, os mesmos que cortam as árvores sem o menor peso na consciência, estou falando dos que despejam resto de entulho e lixo pelas vias publicas e são responsáveis pelo alto custo de manutenção desses espaços. Muitos por mera ignorância outros tantos por pura ganância.
O que isto tem a ver com marketing? Quando leio em revistas e sites especializados sobre marketing e, seus autores abordam temas políticos, fico na dúvida da conveniência da abordagem, Populismo? Uma receita fácil de cair na graça do leitor? Falar o que ele quer ouvir? Por outro lado se analisarmos pontualmente fica evidente a influencia desses aspectos no negócio, quando os custos sobem, o nosso lucro diminui, ou o repasse ao cliente é inevitável, se não houver uma estratégia de reposicionamento ou mesmo um diferencial no atendimento o resultado é queda nas vendas e o prejuízo não para no empresário, como efeito cascata chega em sua maioria no emprego, ou seja, se correr o bicho pega se ficar o come.
Por isso a importância e responsabilidade da escolha certa, não se cria uma economia de um mês para o outro, nem de ano para o outro, muito menos se educa uma população para ter uma visão comunitária de que suas atitudes cedo ou tarde terão reflexo na sua própria vida e na vida dos que convivem ao seu lado.
Quantos mais colaborarem, mais teremos hoje, o Brasil do futuro.
Feliz 2010!
Até Breve
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