Nos últimos anos o mundo entrou em marcha para mudanças significativas, mas, ainda é cedo pra dizer que estamos no caminho certo, ao menos, segue a voz da consciência e o bom senso, sendo assim, as estratégias e o planejamento empresarial devem, ou deveriam seguir o mesmo instinto de sobrevivência.
Diante dessa tendência, o comprometimento da indústria vai alem do bom desempenho econômico, responsabilidade social, garantia de empregos e preservação do meio ambiente. Estamos frente a um grande gargalo criado pelos próprios mecanismos que hoje favorecem o bom desempenho da indústria em geral, a sociedade do consumo concentrada nas grandes capitais limita o potencial a longo prazo desse mercado que, de um lado, o desenvolvimento econômico democratizou o poder de compra e, de outro esbarra na capacidade física dos centros urbanos.
A saída seria o alinhamento do planejamento e a estratégia das indústrias com as políticas publicas e os planos diretores dos governos, fazendo como sempre fizeram, mas agora, cuidando do interesse comum como garantia para longevidade de seus negócios e, não apenas influenciadas pela guerra de incentivos fiscais estadual.
Concentramos toda atenção no mercado financeiro a fim evitar o colapso mercantil, entretanto, não é apenas a bolha econômica que pode criar grandes problemas ao desenvolvimento de um país. Como já acontece no Brasil, temos crescido exponencialmente na produção de commodities, sendo que a deficiência na infraestrutura para escoar a produção engessa o potencial e a capacidade de produzir ainda mais e, assim, empregar mais brasileiros.
O marketing envolve o ambiente como um todo, não apenas em satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores agora, mas, preservando e estimulando condições favoráveis de futuro, contribuindo para a sociedade e a saúde das operações, ou seja, a saúde dos consumidores.
Até Breve
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