Em comemoração aos seus 30 anos, o SBT exibiu uma série de programas, que ilustraram sua trajetória e a presença na vida de muitos brasileiros.
Numa inusitada participação, Senor Abravanel, ícone da televisão brasileira como Silvio Santos, aparece em trajes despojados, típicos de um cidadão americano que vive em Miami, em uma rara e surpreendente entrevista, longe do seu personagem o empresário de sucesso e apresentador Silvio Santos que conhecemos e, de peito aberto, falou francamente sobre suas crenças e valores.
O desejo de viver de forma simples, como um americano médio, descreve a idéia do merecido conforto, sem ostentar exageros e, deixou claro que só conseguiu passar de camelô a banqueiro com esforço e dedicação a sua intuição, não dando ouvidos aos elogios ou as críticas, "se você vai entrar em qualquer mercado e vê que não é possível se aproximar do líder, mas consegue administrar sua empresa com os pés no chão, não se preocupando com os concorrentes e usando o bom senso, deixando de lado a vaidade, existe toda a possibilidade de alcançar o objetivo proposto. Só não consegue o objetivo quem sonha demasiado e pretende dar o passo maior que a perna", mantendo o foco profissional, o dinheiro, entre outros bens, são apenas troféus.
Nessa entrevista conseguimos entender por que ele é admirado pelas suas colegas de trabalho, gerações de telespectarodes, artistas, empresários, políticos e tantos outros profissionais.
Claro que para atualizar tal feito, trazendo para nossas vidas o exemplo dessa trajetória, não podemos abrir mão das ferramentas que vão alem do bom senso e da intuição. Gestão administrativa, marketing, modernização dos processos operacionais e atenção a concorrência, são fundamentais num mercado competitivo como de serviços, varejo ou na indústria.
Por outro lado, a essência de um profissional de sucesso é o autoconhecimento, necessário para manter o foco, economizar tempo, energia e superar o desgaste dos percalços do caminho, e como diria o outro domingueiro, Faustão, tanto no profissional quanto no pessoal.
Para nortear essa pesquisa, de exploração pessoal, John Holland, descreve 3 fontes de influências que derivam 6 dimensões do interesse vocacional.
Fontes de Influência:
• Genética – Perfil sentimental, gosto e temperamento.
• Sociais - Influências externas, educação familiar e resposta as adversidades.
• Cognitivas - Educação acadêmica e desenvolvimento do pensamento.
As 6 Dimensões do perfil e interesse vocacional
• Realista – Trabalha com dados objetivos.
• Investigativa – Trabalha o raciocínio, usando palavras ou idéias.
• Artística – Trabalha os sentimentos, emoções, intuições e da imaginação.
• Social – Trabalha necessidade de interação social.
• Empreendedora – Trabalha sobre o mundo para conseguir seus objetivos.
• Convencional – Trabalha conforme ás normas estabelecidas.
Para alinhar as expectativas, dinamizar as relações e evitar conflitos, o autoconhecimento da nossa capacidade e, o reconhecimento da deficiência complementa o profissional e potencializa sua possibilidade de sucesso, quando realiza a análise SWOT da própria carreira.
Até breve,
terça-feira, 30 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Com Fusões
Com as fusões de grandes grupos varejistas, o incentivo e a presença dos pequenos comércios, chamadas lojas de bairro, se torna ainda mais importante social e financeiramente.
As práticas modernas de gestão que grandes grupos se propõem utilizar, inclui a redução de custos, consequentemente diminuição de postos de trabalho diretos e, a pressão exercida sobre os fornecedores, que são obrigados a reduzir suas margens para incluir seus itens negociados por um único distribuidor, reduz a oferta de empregos também dos fabricantes que ficam sem alternativa de mercado.
Incentivando os pequenos comerciantes a manter uma cadeia mercadológica saudável, a Nova S/B, instalou sua primeira agencia Pop Up, no Largo da Batata, que passa por mudanças, deixa para trás o jeito bucólico de interior e recebe uma grande reurbanização a partir da estação do metrô e a construção de novos empreendimentos imobiliários, confirmando a vocação comercial do bairro.
Fortalecer o pequeno comércio amplia a oferta de emprego, estimula a competitividade de mercado, gerando mais benefícios alem de preço aos consumidores, com outros atrativos como atendimento personalizado, ou a oferta de produtos regionalizados, devolvendo ao consumidor o poder de escolha.
Até Breve
As práticas modernas de gestão que grandes grupos se propõem utilizar, inclui a redução de custos, consequentemente diminuição de postos de trabalho diretos e, a pressão exercida sobre os fornecedores, que são obrigados a reduzir suas margens para incluir seus itens negociados por um único distribuidor, reduz a oferta de empregos também dos fabricantes que ficam sem alternativa de mercado.
Incentivando os pequenos comerciantes a manter uma cadeia mercadológica saudável, a Nova S/B, instalou sua primeira agencia Pop Up, no Largo da Batata, que passa por mudanças, deixa para trás o jeito bucólico de interior e recebe uma grande reurbanização a partir da estação do metrô e a construção de novos empreendimentos imobiliários, confirmando a vocação comercial do bairro.
Fortalecer o pequeno comércio amplia a oferta de emprego, estimula a competitividade de mercado, gerando mais benefícios alem de preço aos consumidores, com outros atrativos como atendimento personalizado, ou a oferta de produtos regionalizados, devolvendo ao consumidor o poder de escolha.
Até Breve
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Mobilização esportiva
Negociações milionárias de jogadores sem perspectiva de valorização, ou mesmo de revenda, motivadas apenas pelo emocional agregado, reduz o tempo de maturidade da relação e aproximação com a torcida, transformada em vendas.
Os clubes brasileiros descobriram uma receita fácil, instantânea de trazer dinheiro aos caixas dos clubes, as vezes, mesmo colocando em risco o resultado do futebol. Há pouco tempo testemunhamos a frustrante campanha de comemoração do centenário de um grande time paulista, que não cumpriu sua promessa de um feito histórico, a conquista de um título inédito, devido ao mau desempenho de jogadores fora de forma, longe do ideal para acompanhar esse tipo de competição, o resultado, foram e, serão cobrados veementemente pela a torcida. Por outro lado, assistimos a conquista histórica, também centenária da artilharia, de um goleiro, um feito incomum, estruturado em longo prazo, com dedicação e superação de ambos os lados, que vai alem das cifras.
A grande vantagem do futebol em relação as companhias e as empresas, que lutam para conquistar a atenção dos seus consumidores é a paixão, o amor, a devoção, a dedicação de cada torcedor, que mesmo diante da derrota veste a camisa do time e cobra seus dirigentes. Uma relação intangível, quando cuidadosamente administrada gera frutos hoje e, fomenta a colheita amanhã.
Entretanto as companhias e empresas possuem a expertise gerencial, muito distante da realidade do clube brasileiro mais organizado e, assim, planejam seu futuro com mais segurança. Talvez esse seja o motivo da frieza com que algumas empresas conduzem suas atividades, o break even point, a busca pelo ponto de equilíbrio financeiro, estrangula ações emocionais, por não aparecerem no fluxo de caixa hoje e, comprometem a rentabilidade no futuro.

A simbiose entre essas áreas vai alem da marca estampada nas camisas, ou do relacionamento nos camarotes do clássico de domingo, permeia pela empatia de cada pessoa e, alcança sentimentos que superam as necessidades administrativas, comerciais e operacionais, desvincula o preço e agrega desejo. Se cada gestor de marketing vivesse a totalidade da experiência futebolística alem das quatro linhas, seria o artilheiro do seu seguimento, mesmo fora de forma.
Até breve
Os clubes brasileiros descobriram uma receita fácil, instantânea de trazer dinheiro aos caixas dos clubes, as vezes, mesmo colocando em risco o resultado do futebol. Há pouco tempo testemunhamos a frustrante campanha de comemoração do centenário de um grande time paulista, que não cumpriu sua promessa de um feito histórico, a conquista de um título inédito, devido ao mau desempenho de jogadores fora de forma, longe do ideal para acompanhar esse tipo de competição, o resultado, foram e, serão cobrados veementemente pela a torcida. Por outro lado, assistimos a conquista histórica, também centenária da artilharia, de um goleiro, um feito incomum, estruturado em longo prazo, com dedicação e superação de ambos os lados, que vai alem das cifras.
A grande vantagem do futebol em relação as companhias e as empresas, que lutam para conquistar a atenção dos seus consumidores é a paixão, o amor, a devoção, a dedicação de cada torcedor, que mesmo diante da derrota veste a camisa do time e cobra seus dirigentes. Uma relação intangível, quando cuidadosamente administrada gera frutos hoje e, fomenta a colheita amanhã.
Entretanto as companhias e empresas possuem a expertise gerencial, muito distante da realidade do clube brasileiro mais organizado e, assim, planejam seu futuro com mais segurança. Talvez esse seja o motivo da frieza com que algumas empresas conduzem suas atividades, o break even point, a busca pelo ponto de equilíbrio financeiro, estrangula ações emocionais, por não aparecerem no fluxo de caixa hoje e, comprometem a rentabilidade no futuro.
A simbiose entre essas áreas vai alem da marca estampada nas camisas, ou do relacionamento nos camarotes do clássico de domingo, permeia pela empatia de cada pessoa e, alcança sentimentos que superam as necessidades administrativas, comerciais e operacionais, desvincula o preço e agrega desejo. Se cada gestor de marketing vivesse a totalidade da experiência futebolística alem das quatro linhas, seria o artilheiro do seu seguimento, mesmo fora de forma.
Até breve
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