Nunca antes na história deste país se viu tantas minorias flotando na superfície das correntezas dessa sociedade poluída, só faltava a manifestação raivosa, como não poderia deixar de ser, da MAFÉ “Movimento Alternado da Falta de Educação”, se bem que, com a quantidade de adeptos essa não se encaixa no critério de minoria.
A democrática frequência modulada da internet, evidencia os mais íntimos comportamentos textualizados, fotografados e filmados divulgando aos quatro cantos do planeta para quem quiser, e quem não quiser também, qual musica você mais gosta, só quem pega ônibus e trens sabe do que falo, a comida preferida, os mais variados artistas, sempre os de habilidade duvidosas, sim, pois se houvesse interesse coletivo em sua arte, não divulgaria de forma gratuita, anônimos sedentos pela afamada vitrine, e o reconhecimento dos seus 30 segundos como celebridade.
Custe o que custar, ao contrário do programa do careca, a cada rolagem na barra da time line da criatividade, me pergunto: Tás brincando comigo? Como diria o velho deitado “se conselho fosse bom, ninguém dava” o desespero para ser visto e acarinhado por um misero like, transformou os navegantes da rede em náufragos presos pela busca de postagens que despertem a generosidade digital alheia. Se no início dos e-mails os spans era a mais popular e indesejada forma de contato, a evolução dos meios proporcionou as mais impagáveis imagens reproduzidas na tela do seu computador, quem não se gabou de abandonar a velha plataforma Orkutizada, transferindo o rolezinho para a “Oscar Freire” da internet, e no Livro Caras encontraram na ostentação um código de reconhecimento e aproximação social.
As pessoas administram seus avatares com critério e manual de uso de imagem, seguindo marcas referencia entre suas tribos, curtindo postagens que agreguem valor a sua página, manifestando opiniões textualizadas mas dificilmente operacionalizada, um mundo perfeito em bits.
Difícil entender é que, ser celebridade tem seu preço, quem fala o que quer, ouve o que não quer, desde que seja politicamente correto, suas postagens não passam daquela média de like’s, dos amigos mais próximos que tenham o mínimo de apreço pela sua atenção, mas basta alguém se ofender, aí sim, será catapultado para a notoriedade, sentirá na pele a aventura do que é sair pelas ruas e ser reconhecido, fotografado e processado!
Professores, reitores, advogados, pedreiros, estivadores, estudantes, nem-nens, entre tantos profissionais ou não, pessoas respeitadas ou não, despencando sem paraqueras no mesmo ambiente, entre as nuvens da falta de privacidade patrulham a moral os bons costumes, denunciam a gula cometendo a luxuria em nome da vaidade, descobriram nas caracteristicas intrícincas do ser humano conteúdo infindável, até aí, nada diferente do que ocorre a milênios entre comadres?
Como se não houvessem problemas reais, a cultura dos puxadinhos como solução permanente nas cidades, a colcha de retalhos da infraestrutura e oferta de trabalho concentrada transformaram a convivência entre habitantes em guerra, experimentamos nas únicas 3 cidades deste país índices populacionais superior aos japoneses sob o agravante do calor dos trópicos sem a educação oriental, uma mistura fermentada de diferentes culturas e hábitos distintos.
Na teoria da subjetividade os conceitos são facilmente alinhados, na internet todos pregam igualdade, mas não aceitam as diferenças, o que prevalece no direito de um em detrimento do outro, por que o caos toma conta das pessoas e um simples por favor, por gentileza, obrigado, se torna guerra pelo direito individual como imposição coletiva? Estamos na direção correta na defesa das bandeiras das minorias utilizando a mesma moeda que indivíduos despreparados para experiência de viver? Parece uma epidemia sem cura.
Até breve.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Brasileiros e Brasileiras
Acho no mínimo curioso, em plena transformação contemporânea da sociedade que as pessoas que mais têm voz, são exatamente as que dependem da popularidade, comentaristas especulam sobre assuntos sociológicos profundos, retratando o caos diário, barbáries da miséria humana em folhetim, confundindo a realidade com ficção na busca irresponsável pela audiência e ficam surpresos, pela nivelação com entidades políticas.
Somente após a consumação de fatos, previsíveis deve-se dizer, que infelizmente culminaram na morte do cinegrafista Santiago Andrade, se manifestam, agora, com revolta, como se fossem pegas de surpresa? Sendo que a crescente criminalidade generalizada pelo país acumula mais de 6 meses, e só em São Paulo teve ônibus e carros, de pessoas que nada tinham a ver queimados diariamente em janeiro de 2014, justamente porque jornalistas e cults de plantão recriminaram a polícia por exercer sua função de forma eficiente a fim de fazer cumprir a lei, só então, perceberam com quem estão lidando?
A desmoralização das instituições como plataforma de governo e política de aproximação popular, caracteriza, ou deveria, incorrer na falta de decoro, e se fossemos um país sério, já teríamos destituído esse governo, que visivelmente trabalha no projeto de poder partidário permanente, comprovado pela falta de interesse no combate alfandegário permitindo a infestação de produtos ilegais produzidos na China a base de políticas indiscutivelmente de “mais-valia” empregado por Karl Marx, execrando a existência do lucro como gerador da competitividade e desenvolvimento das empresas brasileiras, que são sufocadas por uma economia desprovida de políticas e infraestrutura comercial internacionais que permitam o aumento do medíocre “PIBinho”.
Com desfaçatez institui programas assistencialistas paliativos sem tratar efetivamente as causas, permissivos as ocupações irregulares que se propagam nos grandes centros pela falta de competência para desenvolver atrativos em outras regiões de um país com dimensões continentais, trazendo mais médicos formados em outro país que tem como população total 5% da população brasileira, com seus 11 milhões de Cubanos, mesmos os adeptos ao regime Castrista, diante das mazelas e dimensões brasileiras começam a apresentar descontentamento.
Falta de fé e respeito pelas instituições demonstram o descontrole social, seres humanos sem objetivo ou senso de prioridade dispensam a base do conhecimento como alicerce, e consolidam no consumo imediatista a identidade do futuro da nação, autoridades dedicadas aos interesses supérfluos de adolescentes mal criados por pais irresponsáveis, que encontraram no dinheiro a sustentação social e justificativa pela falta de respeito ao próximo.
A “Voz das Ruas” das manifestações pacíficas do inicio dos movimentos em junho de 2013, onde milhares de pessoas tomaram o Congresso Nacional, foram anuladas por conveniência da situação, com a manipulação criminosa de um ato inicialmente legítimo, que foi deturpado e desviado de seu verdadeiro propósito, caracterizado pela demonstração de ódio à imprensa, ilustrando a descrença no sistema, e pela falta de integridade disseminada no país, traduzido na formação de grupos de justiceiros, anarquistas, black blocs ou defensores dos animais, que se apropriam da espada da vingança na falta confiança na justiça.
Maturidade civil não se transfere por benefício do governo, valores não se adquire no Shopping e a educação não se rouba de nenhum mestre. “É tão difícil e perigoso querer libertar um povo disposto a escravidão, como reduzir à servidão um povo que queira viver livre” Maquiavel.
A guerra de classes promovida pelos interessados no capital político da popularidade causará efeitos danosos e profundos ao país, não se constrói uma nação dividida, instituídos por regimes autoritários, interessados no caos e na desordem como ferramenta de abalo à Democracia, para regulamentação e controle estatal, concretizando com sucesso o plano de poder dos que antes se classificavam como, sendo a diferença, nas costas do proletariado, e hoje de tão iguais, se misturam na permanência no poder e no atraso de vida dos brasileiros e brasileiras.
Até breve.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Imagina na copa
Vivemos a era dos excessos, jornalistas mais preocupado com sua opinião pessoal do que com a credibilidade de sua fonte, blogueiros psicografando a verdade em manifesto das minorias numa cruzada contra civilidade.
Esta guerra de classes alimentada pelos comunistas de plantão sedentos por sangue e poder, se justificam com base no mesmo desejo das crianças sexualizadas nas letras dos falsos lideres da brutalidade e ignorância, limitadas pela felicidade da futilidade, o país do futebol agora amplia suas perspectivas na ostentação como alternativa para um jovem de periferia.
A deficiência dos templos do consumo em enxergar as oportunidades nesse fenômeno de mobilização jovem, é a mesma encampada pelos fundamentalistas marxistas na desconstrução da estrutura industrial do país, e as lojas são submetidas a exibirem nas vitrines grande parte do hábito dos ídolos norte americanomas porque não possuem marcas e produtos nacionanais que sustentem esse desejo pela falta de competitividade da industria nacional.
Limitadas a importação dos ícones do consumo, com margens tão estreitas quanto o resultado das políticas assistêncialistas, de um governo pupulista, que ao contrário do balanço da Fazenda, não possuem capacidade de manobra que justifiquem vender abaixo do valor pago em impostos.
Apenas idiotas oportunistas são capazes de justificar, mau comportamento público, isso inclui musica alta, baderna e gritaria, com direito de expressão jovem, falta de educação não tem desculpa, vivemos em cidades pela capacidade de civilização do ser humano, e só uma coisa é mais importante que o direito individual, o direto coletivo!
Até breve,
CartaCapital
@cartacapital
O "rolezinho" e o capitalismo anticapitalista. Post de Renato Barreiros no Farofafá | bit.ly/1aoKyQR
Esta guerra de classes alimentada pelos comunistas de plantão sedentos por sangue e poder, se justificam com base no mesmo desejo das crianças sexualizadas nas letras dos falsos lideres da brutalidade e ignorância, limitadas pela felicidade da futilidade, o país do futebol agora amplia suas perspectivas na ostentação como alternativa para um jovem de periferia.
A deficiência dos templos do consumo em enxergar as oportunidades nesse fenômeno de mobilização jovem, é a mesma encampada pelos fundamentalistas marxistas na desconstrução da estrutura industrial do país, e as lojas são submetidas a exibirem nas vitrines grande parte do hábito dos ídolos norte americanomas porque não possuem marcas e produtos nacionanais que sustentem esse desejo pela falta de competitividade da industria nacional.
Limitadas a importação dos ícones do consumo, com margens tão estreitas quanto o resultado das políticas assistêncialistas, de um governo pupulista, que ao contrário do balanço da Fazenda, não possuem capacidade de manobra que justifiquem vender abaixo do valor pago em impostos.
Apenas idiotas oportunistas são capazes de justificar, mau comportamento público, isso inclui musica alta, baderna e gritaria, com direito de expressão jovem, falta de educação não tem desculpa, vivemos em cidades pela capacidade de civilização do ser humano, e só uma coisa é mais importante que o direito individual, o direto coletivo!
Até breve,
CartaCapital
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O "rolezinho" e o capitalismo anticapitalista. Post de Renato Barreiros no Farofafá | bit.ly/1aoKyQR
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