Vivemos a era dos excessos, jornalistas mais preocupado com sua opinião pessoal do que com a credibilidade de sua fonte, blogueiros psicografando a verdade em manifesto das minorias numa cruzada contra civilidade.
Esta guerra de classes alimentada pelos comunistas de plantão sedentos por sangue e poder, se justificam com base no mesmo desejo das crianças sexualizadas nas letras dos falsos lideres da brutalidade e ignorância, limitadas pela felicidade da futilidade, o país do futebol agora amplia suas perspectivas na ostentação como alternativa para um jovem de periferia.
A deficiência dos templos do consumo em enxergar as oportunidades nesse fenômeno de mobilização jovem, é a mesma encampada pelos fundamentalistas marxistas na desconstrução da estrutura industrial do país, e as lojas são submetidas a exibirem nas vitrines grande parte do hábito dos ídolos norte americanomas porque não possuem marcas e produtos nacionanais que sustentem esse desejo pela falta de competitividade da industria nacional.
Limitadas a importação dos ícones do consumo, com margens tão estreitas quanto o resultado das políticas assistêncialistas, de um governo pupulista, que ao contrário do balanço da Fazenda, não possuem capacidade de manobra que justifiquem vender abaixo do valor pago em impostos.
Apenas idiotas oportunistas são capazes de justificar, mau comportamento público, isso inclui musica alta, baderna e gritaria, com direito de expressão jovem, falta de educação não tem desculpa, vivemos em cidades pela capacidade de civilização do ser humano, e só uma coisa é mais importante que o direito individual, o direto coletivo!
Até breve,
CartaCapital
@cartacapital
O "rolezinho" e o capitalismo anticapitalista. Post de Renato Barreiros no Farofafá | bit.ly/1aoKyQR
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