De tempos em tempos o sistema político representativo democrático por meio do voto ainda que sugira aparente transparência e oportunidade de alçar membros da sociedade aos cargos eletivos municipais, estaduais ou federais entra em conflito e suscita críticas dos representados a cada evidência de corrupção ou insatisfação com os resultados.
Invariavelmente ilustrado pelo conhecido ditado que de tempos em tempos fraldas e políticos devem ser trocados, ambos pelo mesmo motivo, demonstram que a permanência seja de figuras seculares ou de aspirantes populares aos cargos públicos implica em ineficiência e vícios inerentes as características falíveis do ser humano envolto de poder.
Diante dessa constatação não espanta que desde a Grécia antiga até hoje essas figuras, representantes dos interesses e vontades do povo não tenham encontrado uma forma mais eficiente que assegure a agilidade orgânica que os avanços culturais permitiram a sociedade e mantenha o modelo monárquico divino de representação política.
Num contraponto a velocidade da evolução tecnológica destitui antigos processos, desconstrói sistemas dissidentes dos mesmos modelos monocráticos da era de transmissão e avaliação da sabedoria sólida para desenvolvimento em conjunto do conhecimento líquido.
O consenso de ruptura dos modelos ultrapassados dispensa validação colegiada e responde em tempo real as necessidades de uma sociedade globalizada carente de soluções estruturais práticas sujeita a soluções temporárias de mandatos quadrienal.
A almejada liturgia inerente aos altos cargos desejada pelos eruditos desconsidera o descompasso, rigidez e lentidão dos processos de resposta aos anseios e necessidade da sociedade cada vez mais com carências evidentes e insolúveis devido ao atraso dos modelos de concepção e resposta que uma sociedade moderna demanda.
Enviar um representante para criação de projetos e desenvolvimento coletivo no ambiente político atestou seu fracasso na polarização de ideias, retrocesso consensual, proposito e feedbak, resposta as bases eleitorais, ou seja, parlamentos abarrotados de boas intenções com resultados sofríveis na suada democracia brasileira. Estados quebrados, desmandos, ingerência, corrupção, altas taxas de desemprego, índices de escolaridade e IDH abaixo da média comparado apenas com emergentes. E seguimos fiéis inertes aguardando uma solução divina de uma mente notável repetindo os mesmos modelos de péssimo resultados.
Nos modelos líquidos agilidade, confiabilidade e segurança dos sistemas de software contam com a chamada redundância a fim de garantir que em caso de falha haja um backup, uma pista paralela que assegure o tráfego de informações vitais, exatamente o que modelos democráticos representativos super populacionais deveriam contemplar.
Anteriormente a possibilidade da realização de plebiscitos para tomada de decisão das escolhas mais democrática, a preocupação se dá na concepção da ideia, projetos de lei grosso modo desconsideram parte significativa populacional pois é impossível assegurar as necessidades individuais de populações de cidades como São Paulo em 4 anos considerado elaboração do projeto, tramitação, organização de apoio, execução até a conclusão muitos projetos caem em desuso e ficam obsoletos antes da entrega ou mesmo se tornam aberrações faraônicas inacabadas ou elefantes como Minhocão,(elevado Costa e Silva, ligação leste oeste São Paulo.)
Levando em conta a modernização e desenvolvimento do conhecimento em que não existe mais acadêmicos formados, mas, estudiosos em constante formação alinhados a velocidade dos modelos, os centros de ensino as universidades deveriam compor o processo de organização das áreas de conhecimento transformando os projetos sociais em pesquisa de campo, desenvolvimento e proposta de projetos como avaliação e efetivação no mercado de trabalho.
O esforço de modernização e integração social e mercadológico das universidades na redução do gap, da distância acadêmica para prática, numa disputa universitária assegurando o dimensionamento holístico de projetos de impacto social complexo submetendo seus projetos de soluções econômicas, urbanísticas, logísticos, agrários, demográficos, enfim, de todas as áreas do conhecimento para defesa dos representante para aplicação efetiva numa disputa de geração de valor, conhecimento e efetiva democratização com base nas necessidades locais baseadas em estudos prévios transformados em propostas acadêmicas para consolidação em projeto de lei como objetivo prático e diferenciação entre as demais universidades.
Somente integrando sociedade de forma ativa assumiremos a responsabilidade pelas consequências de forma prática nomeando seus responsáveis a exemplo da mão invisível de Adam Smith, que o mercado tem o poder de alto regulamentação. Os calouros escolheriam suas universidades com base nos projetos vencedores e a população escolheria seus representantes com base na eficiência dos projetos apresentados, conferidos e acompanhados pelos acadêmicos em formação. Uma forma de redundância e eficiência entre conhecimento, sociedade, representação e evolução da inteligencia coletiva.
Chega de retrocesso, FlaxFlu só no Maracanã.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Empresas são feitas do que?
Ponta de lança de todo o esforço de mercado seja de uma pequena empresa ou das grandes indústrias profissionais da área comercial além dos resultados em vendas, ampliação de mercado e aumento de produção são indicadores que medem a temperatura e pressão do ambiente de negócios.
Área sensível ao despreparo profissional, sim, no entanto, este fator é o mais simples de ser mitigado pela empresa que efetiva treinamentos constantes e adequados as características do que se espera da linha de frente, e gera um ciclo virtuoso em direção aos objetivos que deseja atingir com base na média das informações obtidas.
O Paradoxo do mercado que de um lado reclama da falta de formação, por outro dispensa candidatos experientes pelos vícios adquiridos muitas vezes intrinsecamente durante sua trajetória profissional pela pura falta de conhecimento técnico, reduzem as discussões aos aspectos pessoais engessando os recursos de gestão da empresa que se torna refém de práticas indesejadas como assedio dos profissionais de concorrentes e estabelece um círculo vicioso de desinvestimento do capital humano da companhia.
Por definição organizações são construídas por pessoas, que não necessariamente estão na mesma página, uma das principais habilidades valorizada em um profissional é o autoconhecimento, tarefa árdua nesse processo de pasteurização de modelos preconcebidos que anula a individualidade a fim de homogeneizar resultados em curto prazo, mas incapacita o desenvolvimento de pensamento crítico, fundamental num cenário de complexidade e soluções customizadas.
O investimento no desenvolvimento interno se torna custo à medida que os vínculos se tornam frios cálculos de ROI e a RAROC, os seja, da dúvida entre o retorno e os riscos operacionais de alocação de recursos em capital humano.
Empresas de tecnologia já enxergaram que essa equação não apresenta resultados, dessa forma, incluiu outras variáveis a fim de assegurar que não apenas as melhores mentes tenham interesse nos seus projetos, como instigam constantemente a principal característica de inovação alinhando seu principal insumo para geração de valor.
De outra forma, ficaremos eternamente imaginando os “Tempos Modernos”
Área sensível ao despreparo profissional, sim, no entanto, este fator é o mais simples de ser mitigado pela empresa que efetiva treinamentos constantes e adequados as características do que se espera da linha de frente, e gera um ciclo virtuoso em direção aos objetivos que deseja atingir com base na média das informações obtidas.
O Paradoxo do mercado que de um lado reclama da falta de formação, por outro dispensa candidatos experientes pelos vícios adquiridos muitas vezes intrinsecamente durante sua trajetória profissional pela pura falta de conhecimento técnico, reduzem as discussões aos aspectos pessoais engessando os recursos de gestão da empresa que se torna refém de práticas indesejadas como assedio dos profissionais de concorrentes e estabelece um círculo vicioso de desinvestimento do capital humano da companhia.
Por definição organizações são construídas por pessoas, que não necessariamente estão na mesma página, uma das principais habilidades valorizada em um profissional é o autoconhecimento, tarefa árdua nesse processo de pasteurização de modelos preconcebidos que anula a individualidade a fim de homogeneizar resultados em curto prazo, mas incapacita o desenvolvimento de pensamento crítico, fundamental num cenário de complexidade e soluções customizadas.
O investimento no desenvolvimento interno se torna custo à medida que os vínculos se tornam frios cálculos de ROI e a RAROC, os seja, da dúvida entre o retorno e os riscos operacionais de alocação de recursos em capital humano.
Empresas de tecnologia já enxergaram que essa equação não apresenta resultados, dessa forma, incluiu outras variáveis a fim de assegurar que não apenas as melhores mentes tenham interesse nos seus projetos, como instigam constantemente a principal característica de inovação alinhando seu principal insumo para geração de valor.
De outra forma, ficaremos eternamente imaginando os “Tempos Modernos”
domingo, 2 de junho de 2019
Verdade
Em tempos de informações falsas na ânsia do furo da notícia potencializadas pelo clamor popular das tragédias não impressiona como decisões técnicas podem se esvair em argumentações tolas sem fundamento num apanhado de informações cruzadas sem conexão.
A diferença entre o remédio e o veneno é a dose, como bom descendente direto de Portugueses minha educação foi maturada nas linhas dos ditos populares que ilustravam as situações cotidianas de forma afetiva, entre tantos o que dizia; quando vieres com o fubá, já estou cá com o bolo pronto. Já vimos que manipulação com propósito escravo de interesses específicos ou nos casos mais sádicos apenas tumultuar o entendimento geral ao prazer do interlocutor e a habilidade do eloquente pode nos custar a elevação de um semianalfabeto ocupar o cargo máximo da república.
No entanto, como diria o Poeta, Fernando Pessoa, Navegar é preciso; viver não é preciso, a rede mundial de computadores nos oferece um momento único na história da humanidade, permitindo uma inédita troca instantânea de informações globais, seja para troca de experiencias, culturas em conexões planetárias que desconfiguraram a ordem das coisas como nunca imaginado. Este é o ponto. A pretensão insignificante do ser humano diante das possibilidades das descobertas que apenas as situações não vividas podem nos proporcionar, sucumbem ao medo e terror de perda de controle do status quo de figuras intituladas poderosas.
Impérios, ditaduras, regimes autoritários em profundo colapso coagidos por esse sistema de comunicação global só tem duas formas de serem mantidos, pela ditadura e cerceamento dos direitos de expressão, o que demonstrariam as facebooks dos verdadeiros interesses, que já vimos alguns sendo derrotados levados ao linchamento em praça pública em pleno século XXI, ou pela face horrorosa das guerras que levam povos abandonarem suas terras, seus lares, sua pátria sua história numa viagem camicase que apenas os que não tem mais nada a perder se sujeitam expondo suas famílias num cara ou coroa na aposta da sobrevivência.
De outra forma, como descrito em outro ditado, se não pode com eles, junte-se a eles, usar essa ferramenta incrível de comunicação de forma torpe, mesquinha divulgando mensagens sabotadoras do conhecimento popular, estelionatária da verdade usando mensagens de assuntos complexos desconexos, despejando um amontoado de informações para deteriorar as discussões e reduzir as propostas as circunstâncias relativizadas.
A profunda discussão tecnológica ultrapassa o senso comum de ludibriarem os números de curtidas, e permeia a capacidade de distinção de uma argumentação física ou algorítmica, computadores usando os seus argumentos para aprenderem suas linguagens usando suas linhas de raciocínio contra você, com potencial de processamento, ou seja, de entendimento dos diversos aspectos neurológicos do que te afeta num contexto social e capacidade de convencimento crível. Assim, meus caros, este singelo blog, apenas demonstra sua originalidade e autenticidade por meio dos erros existentes, ou nem isso, porque os sistemas reproduzirão de forma copiada personalidades.
Muito cuidado com o que você pensa!
Até breve.
A diferença entre o remédio e o veneno é a dose, como bom descendente direto de Portugueses minha educação foi maturada nas linhas dos ditos populares que ilustravam as situações cotidianas de forma afetiva, entre tantos o que dizia; quando vieres com o fubá, já estou cá com o bolo pronto. Já vimos que manipulação com propósito escravo de interesses específicos ou nos casos mais sádicos apenas tumultuar o entendimento geral ao prazer do interlocutor e a habilidade do eloquente pode nos custar a elevação de um semianalfabeto ocupar o cargo máximo da república.
No entanto, como diria o Poeta, Fernando Pessoa, Navegar é preciso; viver não é preciso, a rede mundial de computadores nos oferece um momento único na história da humanidade, permitindo uma inédita troca instantânea de informações globais, seja para troca de experiencias, culturas em conexões planetárias que desconfiguraram a ordem das coisas como nunca imaginado. Este é o ponto. A pretensão insignificante do ser humano diante das possibilidades das descobertas que apenas as situações não vividas podem nos proporcionar, sucumbem ao medo e terror de perda de controle do status quo de figuras intituladas poderosas.
Impérios, ditaduras, regimes autoritários em profundo colapso coagidos por esse sistema de comunicação global só tem duas formas de serem mantidos, pela ditadura e cerceamento dos direitos de expressão, o que demonstrariam as facebooks dos verdadeiros interesses, que já vimos alguns sendo derrotados levados ao linchamento em praça pública em pleno século XXI, ou pela face horrorosa das guerras que levam povos abandonarem suas terras, seus lares, sua pátria sua história numa viagem camicase que apenas os que não tem mais nada a perder se sujeitam expondo suas famílias num cara ou coroa na aposta da sobrevivência.
De outra forma, como descrito em outro ditado, se não pode com eles, junte-se a eles, usar essa ferramenta incrível de comunicação de forma torpe, mesquinha divulgando mensagens sabotadoras do conhecimento popular, estelionatária da verdade usando mensagens de assuntos complexos desconexos, despejando um amontoado de informações para deteriorar as discussões e reduzir as propostas as circunstâncias relativizadas.
A profunda discussão tecnológica ultrapassa o senso comum de ludibriarem os números de curtidas, e permeia a capacidade de distinção de uma argumentação física ou algorítmica, computadores usando os seus argumentos para aprenderem suas linguagens usando suas linhas de raciocínio contra você, com potencial de processamento, ou seja, de entendimento dos diversos aspectos neurológicos do que te afeta num contexto social e capacidade de convencimento crível. Assim, meus caros, este singelo blog, apenas demonstra sua originalidade e autenticidade por meio dos erros existentes, ou nem isso, porque os sistemas reproduzirão de forma copiada personalidades.
Muito cuidado com o que você pensa!
Até breve.
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Brasilândia
Algumas teses econômicas estabelecem que a cultura do brasileiro sustenta na facilidade de uma terra fértil e abundante a condescendência, flexibilidade até o desprezo pelas regras e consequentemente falta de organização e empenho para construção e desenvolvimento do país. Trocando em miúdos o que vem fácil, vai fácil.
Com características semi continentais que ultrapassam as dificuldades territoriais emaranham-se pelas diferenças culturais e engalfinham-se na desigualdade econômica de diversos países dentro de um só, as regionalidades sobrevoam a profundidade de entendimento em recorrentes figuras mitológicas humanamente impotentes diante da magnitude aritmética que sucumbem na loucura coletiva ao posto de divindade encarnada na popularidade.
Figuras celestiais rasteiras alçadas como predestinados a salvação da lavoura, disputam cada vez mais cedo a indicação do boi de piranha da vez, um único culpado das aflições de um povo machucado pela falta de investimentos, estagnação econômica, desemprego e oportunidades é garantida, salvaguardados pela pretensão inimputável de soluções estruturais de medidas administrativas descontinuadas.
Seguimos desorientados, confusos, batendo cabeça sem saber ao certo quem são os Brasileiros e Brasileiras que estão fartos do achincalhamento político, das promessas de caça aos marajás, das disputas por heranças amaldiçoadas e da cleptocracia generalizada, dos que se aproveitam da nossa incapacidade de organização e profunda dependência mítica para justificar as consequências binárias entre os que falam o que queremos ouvir, e os que nos contradizem.
Para quem não sabe aonde ir qualquer lugar serve, sem destino cada região atola na demagogia crônica da temporaneidade. Políticos Profissionais, orgulham-se alguns dos mais de 40 anos de vida pública, distanciados e distantes dos verdadeiros problemas. Agora, me digam, como um sujeito em sã consciência é capaz de orgulhar-se dos últimos 40 anos? Podemos chamar isso de vida pública? ou morte pública? Nossa média é péssima!
Brasil ocupa a 72º posição entre 140 que impõem a maior sobrecarga de regulações, excesso de autorizações e exigências burocráticas governamentais é um dos menos preparados para o “Future - ready”, adaptação da economia à nova revolução tecnológica segundo o Fórum Econômico Mundial.
A sobrecarga desnecessária de regulações além de travarem a abertura de novas empresas, investimentos para abertura e modernização industrial criam espaços para corrupção e decisões arbitrárias que provocam atrasos, aumentam os custos de transações, reduzem a prestação de contas (accountability) penalizam de forma desproporcional o cidadão médio e as empresas menores.
Essa letargia ineficaz estatal nos confere a 97º posição no quesito instituições pelo fraco desempenho do setor público e à percepção sobre altos níveis de corrupção no país. Numa América Latina vista como a região mais corrupta do mundo liderada pela Venezuela.
Como podemos discutir medidas organizacionais básicas de gestão administrativas que qualquer birosca tem que respeitar para manter suas portas abertas, se estamos flertando com a ineficiência institucional, leia-se falta de competência, recursos humanos e recursos financeiros para atender as mais variadas necessidades em tempo de escassez? com um legislativo tomado pela espetacularização midiática, desrespeito os indivíduos que impõem suas vontades intimidando e desqualificando interlocutores ideológicos na justificativa de compensações históricas?
Como bem usado na argumentação do vídeo abaixo, daqui trinta anos teremos os filhos da previdência, aqueles que foram prejudicados e já nasceram devendo R$ 300 mil para pagar a conta dos irresponsáveis que relativizam o que deve ser feito com o que gostaríamos que fosse feito.
O Brasil é um assalariado mínimo brasileiro criando três filhos adolescentes querendo calça de marca, tênis da moda, celular de última geração, tablet, computador e mesada para diversão. Qual é? Me digam, Qual é? O brasileiro que consegue a proeza de se livrar das dívidas nessas condições em um país em que essa armadilha econômica gera juros de mercado de 238%? Esse país é inviável!
Infelizmente.
Até Beve.
Com características semi continentais que ultrapassam as dificuldades territoriais emaranham-se pelas diferenças culturais e engalfinham-se na desigualdade econômica de diversos países dentro de um só, as regionalidades sobrevoam a profundidade de entendimento em recorrentes figuras mitológicas humanamente impotentes diante da magnitude aritmética que sucumbem na loucura coletiva ao posto de divindade encarnada na popularidade.
Figuras celestiais rasteiras alçadas como predestinados a salvação da lavoura, disputam cada vez mais cedo a indicação do boi de piranha da vez, um único culpado das aflições de um povo machucado pela falta de investimentos, estagnação econômica, desemprego e oportunidades é garantida, salvaguardados pela pretensão inimputável de soluções estruturais de medidas administrativas descontinuadas.
Seguimos desorientados, confusos, batendo cabeça sem saber ao certo quem são os Brasileiros e Brasileiras que estão fartos do achincalhamento político, das promessas de caça aos marajás, das disputas por heranças amaldiçoadas e da cleptocracia generalizada, dos que se aproveitam da nossa incapacidade de organização e profunda dependência mítica para justificar as consequências binárias entre os que falam o que queremos ouvir, e os que nos contradizem.
Para quem não sabe aonde ir qualquer lugar serve, sem destino cada região atola na demagogia crônica da temporaneidade. Políticos Profissionais, orgulham-se alguns dos mais de 40 anos de vida pública, distanciados e distantes dos verdadeiros problemas. Agora, me digam, como um sujeito em sã consciência é capaz de orgulhar-se dos últimos 40 anos? Podemos chamar isso de vida pública? ou morte pública? Nossa média é péssima!
Brasil ocupa a 72º posição entre 140 que impõem a maior sobrecarga de regulações, excesso de autorizações e exigências burocráticas governamentais é um dos menos preparados para o “Future - ready”, adaptação da economia à nova revolução tecnológica segundo o Fórum Econômico Mundial.
A sobrecarga desnecessária de regulações além de travarem a abertura de novas empresas, investimentos para abertura e modernização industrial criam espaços para corrupção e decisões arbitrárias que provocam atrasos, aumentam os custos de transações, reduzem a prestação de contas (accountability) penalizam de forma desproporcional o cidadão médio e as empresas menores.
Essa letargia ineficaz estatal nos confere a 97º posição no quesito instituições pelo fraco desempenho do setor público e à percepção sobre altos níveis de corrupção no país. Numa América Latina vista como a região mais corrupta do mundo liderada pela Venezuela.
Como podemos discutir medidas organizacionais básicas de gestão administrativas que qualquer birosca tem que respeitar para manter suas portas abertas, se estamos flertando com a ineficiência institucional, leia-se falta de competência, recursos humanos e recursos financeiros para atender as mais variadas necessidades em tempo de escassez? com um legislativo tomado pela espetacularização midiática, desrespeito os indivíduos que impõem suas vontades intimidando e desqualificando interlocutores ideológicos na justificativa de compensações históricas?
Como bem usado na argumentação do vídeo abaixo, daqui trinta anos teremos os filhos da previdência, aqueles que foram prejudicados e já nasceram devendo R$ 300 mil para pagar a conta dos irresponsáveis que relativizam o que deve ser feito com o que gostaríamos que fosse feito.
O Brasil é um assalariado mínimo brasileiro criando três filhos adolescentes querendo calça de marca, tênis da moda, celular de última geração, tablet, computador e mesada para diversão. Qual é? Me digam, Qual é? O brasileiro que consegue a proeza de se livrar das dívidas nessas condições em um país em que essa armadilha econômica gera juros de mercado de 238%? Esse país é inviável!
Infelizmente.
Até Beve.
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sexta-feira, 17 de maio de 2019
Viramercial
Conceito de vídeos curtos de baixo custo para exposição e divulgação viral de marcas e produtos, a exemplo dos vídeos de entretenimento como “Porta dos Fundos”, “Parafernalia”, entre outros.
Grande parte do sucesso do cinema e da economia dos Estados Unidos se deve aos investimentos como política externa de governo a propaganda do American Way of Life, como referência de bem-estar.
Dessa forma, os filmes tinham como objetivo de superar os horrores da 1º e da 2º guerra mundial incentivando um modelo de comportamento baseado no desenvolvimento tecnológico e capacidade de fabricação em massa de consumo em grande escala. Assim toda a cadeia de acesso produtivo sustentou modernos e eficientes processos e linhas de montagens para fabricação dos mais variados produtos.
O cinema diminuiu e entrou nas casas através da televisão, marcas foram construídas e começaram a frequentar nossas salas, até na hora do jantar e se tornaram companhia onde comprar e desfrutar o tempo livre em atividade de lazer são o eixo central da existência.
Tudo isso é coisa do século passado, para os novos tempos a importância das plataformas digitais na comunicação comercial de marcas são evidenciadas na flexibilização de políticas comerciais de tempo de anúncio antes de intransigentes `30 segundos no horário nobre, passaram a `15 segundos com esforços dedicados para transposição da audiência da televisão para os aplicativos digitais afim de recuperar as perdas e manter o público cativo.
No entanto, a ansiedade na urgência dos resultados e avareza no planejamento de longo prazo desprezam a importância da persistência para alcançar a genialidade de figuras como Beethoven, Mozart e Picasso, que longe da precisão de acerto milimétrica abusaram da estatística produzindo em larga escala milhares de peças, sonetos, desenhos para enfim atingir o resultado esperado com uma fração de todo o volume produzido que os alçaram e os mantem na vanguarda dos 100 maiores inovadores de toda humanidade.
Boas ideias, inovações, das quais o mundo necessita não nasce de um dia para outro, tampouco do acaso, sorte ou prédisposição, deriva de um longo e árduo trabalho, de exaustão das ideias, diversas tentativas e erros até que em algum momento se cria algo diferente do espectro familiar. Pela ousadia de tentar algo diferente e seguir em frente como processo. Poucas empresas, menos ainda no Brasil investem em centros de pesquisa e desenvolvimento de ideias. Isso soa um universo muito distante, os poucos testes que se fazem são de praças, mas normalmente multinacionais lançam determinados produtos em regiões restritas a fim de dimensionar os resultados.
Por outro lado alguns segmentos já identificaram as facilidades e o jeito de fazer o seu comercial, com custos menores, de forma continua e muitos bem profissionais, assistimos uma enxurrada de milhares de novos vídeos sobre o mesmo assunto, cada um com melhores alternativas do que o outro, sempre com ideias milionárias de bons investimentos, cada um com a receita certa para fazer o seu bolo crescer, ou pior os abduzidores de cérebros dos adolescentes com conteúdo duvidoso, assim, entre consultores de investimentos e extraterrestres os números de novos vídeos do youtube não param de crescer.
Será que só eles podem aproveitar as facilidades de ter tudo na sua mão para crescer?
Vamos criar?
Até Breve.
Grande parte do sucesso do cinema e da economia dos Estados Unidos se deve aos investimentos como política externa de governo a propaganda do American Way of Life, como referência de bem-estar.
Dessa forma, os filmes tinham como objetivo de superar os horrores da 1º e da 2º guerra mundial incentivando um modelo de comportamento baseado no desenvolvimento tecnológico e capacidade de fabricação em massa de consumo em grande escala. Assim toda a cadeia de acesso produtivo sustentou modernos e eficientes processos e linhas de montagens para fabricação dos mais variados produtos.
O cinema diminuiu e entrou nas casas através da televisão, marcas foram construídas e começaram a frequentar nossas salas, até na hora do jantar e se tornaram companhia onde comprar e desfrutar o tempo livre em atividade de lazer são o eixo central da existência.
Tudo isso é coisa do século passado, para os novos tempos a importância das plataformas digitais na comunicação comercial de marcas são evidenciadas na flexibilização de políticas comerciais de tempo de anúncio antes de intransigentes `30 segundos no horário nobre, passaram a `15 segundos com esforços dedicados para transposição da audiência da televisão para os aplicativos digitais afim de recuperar as perdas e manter o público cativo.
No entanto, a ansiedade na urgência dos resultados e avareza no planejamento de longo prazo desprezam a importância da persistência para alcançar a genialidade de figuras como Beethoven, Mozart e Picasso, que longe da precisão de acerto milimétrica abusaram da estatística produzindo em larga escala milhares de peças, sonetos, desenhos para enfim atingir o resultado esperado com uma fração de todo o volume produzido que os alçaram e os mantem na vanguarda dos 100 maiores inovadores de toda humanidade.
Boas ideias, inovações, das quais o mundo necessita não nasce de um dia para outro, tampouco do acaso, sorte ou prédisposição, deriva de um longo e árduo trabalho, de exaustão das ideias, diversas tentativas e erros até que em algum momento se cria algo diferente do espectro familiar. Pela ousadia de tentar algo diferente e seguir em frente como processo. Poucas empresas, menos ainda no Brasil investem em centros de pesquisa e desenvolvimento de ideias. Isso soa um universo muito distante, os poucos testes que se fazem são de praças, mas normalmente multinacionais lançam determinados produtos em regiões restritas a fim de dimensionar os resultados.
Por outro lado alguns segmentos já identificaram as facilidades e o jeito de fazer o seu comercial, com custos menores, de forma continua e muitos bem profissionais, assistimos uma enxurrada de milhares de novos vídeos sobre o mesmo assunto, cada um com melhores alternativas do que o outro, sempre com ideias milionárias de bons investimentos, cada um com a receita certa para fazer o seu bolo crescer, ou pior os abduzidores de cérebros dos adolescentes com conteúdo duvidoso, assim, entre consultores de investimentos e extraterrestres os números de novos vídeos do youtube não param de crescer.
Será que só eles podem aproveitar as facilidades de ter tudo na sua mão para crescer?
Vamos criar?
Até Breve.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
GoT "The Big Planning"
Entre as diversas tramas explicitas e implícitas, Game of Thrones esconde sob série de TV uma verdadeira indústria, uma usina do entretenimento que chega a sua 8º e última temporada completando 10 anos de produção. Baseada nos livros A Song of Ice and Fire do escritor George RR Martin, Game of Thrones começou a ser produzida em 2010 pelos roteiristas David Benioff e D. B. Weiss para o canal de TV a cabo HBO.
Com a desculpa de série de TV podemos assistir um incrível modelo de gestão, estratégia, planejamento, operação logística e inovação. As cenas gravadas em locações da Irlanda do Norte, Croácia, Islândia e Espanha promovem um incrível catálogo turístico de encher os olhos. Considerado o maior elenco da televisão, uma verdadeira gestão de talentos que apenas durante a produção da terceira temporada tiveram 257 nomes no elenco, 5000 figurantes, sem contar com os 1000 profissionais de equipe técnica. Em 2014, vários contratos dos atores foram renegociados para incluir a opção de uma sétima temporada, e incluía aumentos de salário que supostamente fizeram do elenco o mais bem pago da televisão a cabo.
Não bastasse as dificuldades cenográficas da produção épica monumental a HBO encomendou uma língua própria dothraki que possuí som único e vocabulário de mais de 1.800 palavras e estrutura gramatical complexa para ser usada na série. De acordo com Ian Bogost autor e produtor de games, Game of Thrones sucede uma série de adaptações bem sucedidas, começando com a trilogia The Lord of the Rings, em 2001, e continuando com a série de filmes Harry Potter, que estabeleceram a fantasia como um gênero com um grande mercado lucrativo e qualidade artística. Game of Thrones é a série de maior audiência da HBO, alcançando uma média de 6.84 milhões de telespectadores na quarta temporada.
Na primeira temporada Game of Thrones obteve uma aprovação de 79/100, baseado em 28 avaliações, indicando "críticas geralmente favoráveis". Tom Goodman, em sua crítica para o The Hollywood Reporter, disse: "em alguns minutos da épica série da HBO, Game of Thrones, fica claro que a expectativa estava certa e que a espera valeu a pena". Mary McNamara do Los Angeles Times escreveu: "...uma grandiosa e trovejante série de intrigas políticas e psicológicas, eriçada com personagens vívidos, cruzadas com enredos tentadores e temperadas com um salpico de fantasia". A segunda temporada também foi muito bem recebida com uma aprovação de 88/100, baseado em 26 avaliações, indicando "aclamação universal".
Uma série amplificada pelas redes sociais, só no Twitter os internautas de todo o mundo, no total foram 7,8 milhões de tweets comentaram sobre o que acharam do terceiro episódio da oitava temporada. O Brasil ficou em 2º lugar atrás apenas dos EUA, entre análises, sátiras e comentários que surgem a cada semana, milhares de pessoas comentam tudo o que acontece em tempo real.
Segundo a Tribuna do norte, por qualquer aspecto que se observe, Game Of Trones é uma série cercada de números superlativos. Nunca antes na história, já ouvi isso em algum lugar, da TV mundial um produto custou tão caro, teve audiência maior, arrecadou tanto e faturou prêmios como a saga da HBO, que exibe a oitava e última temporada. Essa, aliás, foi anunciada como a mais cara de todos tempos, com um orçamento de US$ 15 milhões por episódio.
O retorno mostrou que cada centavo vale a pena. Segundo o jornal The New York Times, a série arredada US$ 1 bilhão anuais para a HBO.
A estreia do último dia 14 de abril foi exibida em 186 países, entres seus recordes o de pirataria não ficaria para trás, com mais de 1 bilhão de visualizações ilegais da 7º temporada.
O Maior maketplace da américa latina, o Mercado Livre registrou um aumento nos itens relacionados a série de 93% nas duas primeiras semanas do mês. No dia seguinte à estreia, no dia 15, os números foram ainda mais surpreendentes: 210% de disparada nas vendas.
O último episódio de GoT, o mais longo da série, com 82 minutos de duração, foi a produção mais ambiciosa de Game of Thrones, quase inteiramente composto por cenas de ação e de efeitos especiais, levou onze semanas para ser feito. Para encenar a batalha da noite os trabalhos tinham início às seis da tarde e podiam se estender até cinco da manhã do dia seguinte.
A estimativa é que as 55 noites de gravação com temperaturas negativas de -14ºC, aqueceram a economia gerando mais de 6 mil empregos entre diretos e indiretos na cidade de Belfast capital da Irlanda do Norte, e o turismo dos fãs injetaram 30 milhões de libras, ou R$153 milhões em reais na economia local.
A complexidade de produção para construção e execução das cenas envolvem tecnologia e expertise para confecção do cenário, equipamentos de cena e qualidade artística que conferem a série autenticidade comprovada pela crescente audiência a cada capítulo.
Um laboratório único que levam toda a equipe ao extremo no desenvolvimento de equipamentos, tecnologia e macetes únicos para surpreender a audiência inovação é fundamental. Os efeitos especiais se desdobram para realizar as adaptações necessárias possibilitando resistência aos longos períodos e as condições de gravação sem preder a fidelidade dos detalhes, resultado de um profundo trabalho de pesquisa e desenvolvimento.
Realmente um show admirável de gestão e programação em seus últimos episódios.
Dracarys,
Com a desculpa de série de TV podemos assistir um incrível modelo de gestão, estratégia, planejamento, operação logística e inovação. As cenas gravadas em locações da Irlanda do Norte, Croácia, Islândia e Espanha promovem um incrível catálogo turístico de encher os olhos. Considerado o maior elenco da televisão, uma verdadeira gestão de talentos que apenas durante a produção da terceira temporada tiveram 257 nomes no elenco, 5000 figurantes, sem contar com os 1000 profissionais de equipe técnica. Em 2014, vários contratos dos atores foram renegociados para incluir a opção de uma sétima temporada, e incluía aumentos de salário que supostamente fizeram do elenco o mais bem pago da televisão a cabo.
Não bastasse as dificuldades cenográficas da produção épica monumental a HBO encomendou uma língua própria dothraki que possuí som único e vocabulário de mais de 1.800 palavras e estrutura gramatical complexa para ser usada na série. De acordo com Ian Bogost autor e produtor de games, Game of Thrones sucede uma série de adaptações bem sucedidas, começando com a trilogia The Lord of the Rings, em 2001, e continuando com a série de filmes Harry Potter, que estabeleceram a fantasia como um gênero com um grande mercado lucrativo e qualidade artística. Game of Thrones é a série de maior audiência da HBO, alcançando uma média de 6.84 milhões de telespectadores na quarta temporada.
Na primeira temporada Game of Thrones obteve uma aprovação de 79/100, baseado em 28 avaliações, indicando "críticas geralmente favoráveis". Tom Goodman, em sua crítica para o The Hollywood Reporter, disse: "em alguns minutos da épica série da HBO, Game of Thrones, fica claro que a expectativa estava certa e que a espera valeu a pena". Mary McNamara do Los Angeles Times escreveu: "...uma grandiosa e trovejante série de intrigas políticas e psicológicas, eriçada com personagens vívidos, cruzadas com enredos tentadores e temperadas com um salpico de fantasia". A segunda temporada também foi muito bem recebida com uma aprovação de 88/100, baseado em 26 avaliações, indicando "aclamação universal".
Uma série amplificada pelas redes sociais, só no Twitter os internautas de todo o mundo, no total foram 7,8 milhões de tweets comentaram sobre o que acharam do terceiro episódio da oitava temporada. O Brasil ficou em 2º lugar atrás apenas dos EUA, entre análises, sátiras e comentários que surgem a cada semana, milhares de pessoas comentam tudo o que acontece em tempo real.
Segundo a Tribuna do norte, por qualquer aspecto que se observe, Game Of Trones é uma série cercada de números superlativos. Nunca antes na história, já ouvi isso em algum lugar, da TV mundial um produto custou tão caro, teve audiência maior, arrecadou tanto e faturou prêmios como a saga da HBO, que exibe a oitava e última temporada. Essa, aliás, foi anunciada como a mais cara de todos tempos, com um orçamento de US$ 15 milhões por episódio.
O retorno mostrou que cada centavo vale a pena. Segundo o jornal The New York Times, a série arredada US$ 1 bilhão anuais para a HBO.
A estreia do último dia 14 de abril foi exibida em 186 países, entres seus recordes o de pirataria não ficaria para trás, com mais de 1 bilhão de visualizações ilegais da 7º temporada.
O Maior maketplace da américa latina, o Mercado Livre registrou um aumento nos itens relacionados a série de 93% nas duas primeiras semanas do mês. No dia seguinte à estreia, no dia 15, os números foram ainda mais surpreendentes: 210% de disparada nas vendas.
O último episódio de GoT, o mais longo da série, com 82 minutos de duração, foi a produção mais ambiciosa de Game of Thrones, quase inteiramente composto por cenas de ação e de efeitos especiais, levou onze semanas para ser feito. Para encenar a batalha da noite os trabalhos tinham início às seis da tarde e podiam se estender até cinco da manhã do dia seguinte.
A estimativa é que as 55 noites de gravação com temperaturas negativas de -14ºC, aqueceram a economia gerando mais de 6 mil empregos entre diretos e indiretos na cidade de Belfast capital da Irlanda do Norte, e o turismo dos fãs injetaram 30 milhões de libras, ou R$153 milhões em reais na economia local.
A complexidade de produção para construção e execução das cenas envolvem tecnologia e expertise para confecção do cenário, equipamentos de cena e qualidade artística que conferem a série autenticidade comprovada pela crescente audiência a cada capítulo.
Um laboratório único que levam toda a equipe ao extremo no desenvolvimento de equipamentos, tecnologia e macetes únicos para surpreender a audiência inovação é fundamental. Os efeitos especiais se desdobram para realizar as adaptações necessárias possibilitando resistência aos longos períodos e as condições de gravação sem preder a fidelidade dos detalhes, resultado de um profundo trabalho de pesquisa e desenvolvimento.
Realmente um show admirável de gestão e programação em seus últimos episódios.
Dracarys,
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terça-feira, 23 de abril de 2019
Maturação
Superado os enfrentamento iniciais que uma ideia precisa sofrer para acontecer, realizadas as pesquisas e o dimensionamento necessário os disruptivos, pessoas com ideias de negócios inovadores como UBER, AIRBnB, aqueles patinetes que vemos pra la e para cá, ou mesmo uma chefe de cozinha querendo abrir o seu próprio restaurantes oferecendo suas receitas, estarão sujeitos ao teste mais instigante, infalível e imprevisível o teste do consumidor.
O consumidor, aquele para quem acordamos todos os dias sedentos por fazermos melhor a cada dia, o patrão, the Boss, ele é quem nos dirá o potencial daquela sua boa ideia, a aderência do sabor da sua melhor receita, e uma vez nosso cliente satisfeito, bingo, atingimos o objetivo! Não! Muita calma nesta hora. Um consumidor satisfeito tem um efeito restrito, comenta com um amigo, leva uma galera no aniversário, faz um check in no foursquare, posta uma foto no intagram, ótimo isso pode potencializar sua venda orgânica, aquela com pouco ou quase nenhum esforço, mas não podemos deixar tudo por conta dos clientes fieis, porque até eles tem o direito de postarem fotos de outros sanduiches, ou em outros meios de transporte.
Para qualquer empreendimento a maturação é o ponto alto do negócio, aquele dia em que qualquer empreendedor acha que ficou rico, mas não é bem assim, reproduzir este marco diariamente é o objetivo do negócio. Sendo assim, mais que o Boss, seu cliente tem que virar seu best friend, seu melhor amigo, aquele com quem trocamos confidencialidades, mesmo que duras mas relevamos. É o seu best friend quem da as únicas dicas que podem fazer você ser uma pessoa melhor, nem sua mãe pode fazer este papel, ela nunca será tão sincera quanto você merece, ou melhor, precisa.
De acordo com o que seus clientes disserem você terá a grande oportunidade de entender quais são os seus desejos e quais são os fatores que o faz voltar criando assim um banco de dados inestimável para manter o que esta indo bem, e alterar o que não esta agradando tanto.
Por isso o plano de negócios está em constante mudança, não se apegue ao seu plano de negócios, ele deve mudar para onde os ventos sopram. Qualquer imposição não aceita pelo consumidor os danos podem ser irreversíveis, ou custar muito caro.
Para dimensionar essa relação monocrática, a 3G trouxe seu modelo dos capitais para operar a ABinbev, cervejaria multinacional dona de diversas marcas entre elas a Skol a fim de reproduzir a receita padronizando e simplificando custos, sistemas e estruturas, com isso registrou queda de 14,7% enquanto sua concorrente direta registrou crescimento de 4%. Como reação a multinacional lançou, ou não, no último carnaval a Skol puro malte, segundo ela atendendo os pedidos dos haters, odiadores da internet, a última forma como eu chamaria meus clientes. Mas pode ser só um jeitinho carinhoso da gigante.
Até breve.
O consumidor, aquele para quem acordamos todos os dias sedentos por fazermos melhor a cada dia, o patrão, the Boss, ele é quem nos dirá o potencial daquela sua boa ideia, a aderência do sabor da sua melhor receita, e uma vez nosso cliente satisfeito, bingo, atingimos o objetivo! Não! Muita calma nesta hora. Um consumidor satisfeito tem um efeito restrito, comenta com um amigo, leva uma galera no aniversário, faz um check in no foursquare, posta uma foto no intagram, ótimo isso pode potencializar sua venda orgânica, aquela com pouco ou quase nenhum esforço, mas não podemos deixar tudo por conta dos clientes fieis, porque até eles tem o direito de postarem fotos de outros sanduiches, ou em outros meios de transporte.
Para qualquer empreendimento a maturação é o ponto alto do negócio, aquele dia em que qualquer empreendedor acha que ficou rico, mas não é bem assim, reproduzir este marco diariamente é o objetivo do negócio. Sendo assim, mais que o Boss, seu cliente tem que virar seu best friend, seu melhor amigo, aquele com quem trocamos confidencialidades, mesmo que duras mas relevamos. É o seu best friend quem da as únicas dicas que podem fazer você ser uma pessoa melhor, nem sua mãe pode fazer este papel, ela nunca será tão sincera quanto você merece, ou melhor, precisa.
De acordo com o que seus clientes disserem você terá a grande oportunidade de entender quais são os seus desejos e quais são os fatores que o faz voltar criando assim um banco de dados inestimável para manter o que esta indo bem, e alterar o que não esta agradando tanto.
Por isso o plano de negócios está em constante mudança, não se apegue ao seu plano de negócios, ele deve mudar para onde os ventos sopram. Qualquer imposição não aceita pelo consumidor os danos podem ser irreversíveis, ou custar muito caro.
Para dimensionar essa relação monocrática, a 3G trouxe seu modelo dos capitais para operar a ABinbev, cervejaria multinacional dona de diversas marcas entre elas a Skol a fim de reproduzir a receita padronizando e simplificando custos, sistemas e estruturas, com isso registrou queda de 14,7% enquanto sua concorrente direta registrou crescimento de 4%. Como reação a multinacional lançou, ou não, no último carnaval a Skol puro malte, segundo ela atendendo os pedidos dos haters, odiadores da internet, a última forma como eu chamaria meus clientes. Mas pode ser só um jeitinho carinhoso da gigante.
Até breve.
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segunda-feira, 22 de abril de 2019
Business Intelligence
Big data, Business intelligence, qualquer um que não tenha os esforços concentrados em marketing não tem capacidade ou a mínima ideia que gestão de marketing na era digital desenvolve planejamento de longo prazo com base em evidências pesquisas e análise de mercado.
O departamento de negócios e vendas que quer ser levado a sério deve contar com devida competência a fim de planejar e desenvolver processos alinhados aos interesses comerciais da empresa visando ações de curto, médio e longo prazo. Medidas imediatistas, infladas, expectativas extraordinárias insustentáveis invariavelmente tem consequências desastrosas para a companhia com prejuízos elevados para todos os funcionários que dependem dos resultados para manterem seus empregos, salários, comissões e bônus.
Vivemos a cultura dos resultados imediatos, para tristeza antidepressivos, para emagrecer bariátrica, para enriquecer chama a Bettina, poucos agem para consolidar resultados de longo prazo sustentados em ações planejadas, tudo é para já, só esqueceram de avisar que o já, era!
Ninguém aqui está a favor da procrastinação, estamos orientando que qualquer estrutura leva tempo para o devido resultado e quanto mais estruturado maior a probabilidade de sucesso. A utilização do conjunto de técnicas e conceitos de pesquisa, coleta e organização de dados para visualização e análise de forma sucinta das informações disponíveis sobre um determinado assunto, departamento ou mercado de interesse traduzidos e executados com eficiência.
Compartilhamento, monitoramento e constante aperfeiçoamento a fim de subsidiar as tomadas de decisões com base em evidências estatísticas, índices e tendências de mercado para direcionamento e orientação das ações da equipe de forma harmoniosa, como uma orquestra em que o maestro temo domínio de cada instrumento a fim de obter o resultado. No entanto os gestores Mandrake, ansiosos pelas constantes mudanças de direção de mercado impõem as metas com base no achismo pessoal imediato, exigem resultados sem a devida orientação ou subsídios, e as consequências se da na ponta do processo serviços mal direcionados, atendimentos despreparados gerando clientes insatisfeitos, perda de projetos que são largados pelo caminho.
Somente a tomada de decisão com base em dados é possível medir o desempenho e planejar o futuro. Dividindo o projeto em processos autônomos em que cada um sabe exatamente quais são suas ferramentas e sua responsabilidade para com a equipe e consequente com os resultados da companhia. Isso gera engajamento, e sabemos que funcionário engajado rende 5 vezes mais.
Até Breve
domingo, 21 de abril de 2019
Entre Patos e Crocodilos
Uma população condescendente com o péssimo nível dos serviços que reflete na dignidade das pessoas acostumadas a se sujeiterem as condições existentes em troca de um emprego sem perspectiva e pouco retorno à longo prazo.
Um seleto grupo de empresários acostumados a rentabilizarem as commodities com altos lucros e pouco trabalho não precisam se incomodar com o nível de educação dos funcionários já que estes tem um baixo comprometimento no processo, facilmente substituídos por cada vez mais baratas linhas de montagens automatizadas.
Países subdesenvolvidos são divididos basicamente entre patos e crocodilos, longe do velho jargão marxista do empreendedor que se aproveita da força de trabalho, regiões como no Brasil potencializam a fome de lucros com a grande oferta de patos. Ao contrário da revolução trabalhista promovida por Henry Ford que dobrou os salários e reduziu a carga horário dos funcionários numa proposta sustentável aos seus negócios os modelos de corte de custos excessivos promovem uma verdadeira extinção ainda incalculável do mercado.
Ouvindo as fervorosas discussões políticas por todos os lados do ônibus ao bar e até nos ambientes estéreis pelo verniz social vemos descambar o desabafo, funcionários empenham sua boa vontade com base nas posições dos seus “colegas” de trabalho e familiares abandonam o what’s up da família, e não é pelo excesso de bom dia!
Discussões binárias com pouca ou nenhuma capacidade de comprovação apenas ocultam o golden shower da crocodilagem que caminham pelos corredores em largos sorrisos com executivos, legislativos e judiciários entre santos e demônios enquanto a vida se torna cada vez mais impossível ainda muito longe da resposta da recorrente pergunta: Quando será o fim da última picada?
Restam aos patos aprenderem a caçar crocodilos, da mesma forma que o mercado, mesmo que tarde, se deu conta que a força do consumo está na atitude do consumidor, enquanto houver pato nadando no lago dos crocodilos continuarão como prato principal.
Não seja pato!
Até Breve.
Entrevista Completa: http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/guedes-critica-monopolio-da-petrobras-em-setor-petrolifero/7549888/
Um seleto grupo de empresários acostumados a rentabilizarem as commodities com altos lucros e pouco trabalho não precisam se incomodar com o nível de educação dos funcionários já que estes tem um baixo comprometimento no processo, facilmente substituídos por cada vez mais baratas linhas de montagens automatizadas.
Países subdesenvolvidos são divididos basicamente entre patos e crocodilos, longe do velho jargão marxista do empreendedor que se aproveita da força de trabalho, regiões como no Brasil potencializam a fome de lucros com a grande oferta de patos. Ao contrário da revolução trabalhista promovida por Henry Ford que dobrou os salários e reduziu a carga horário dos funcionários numa proposta sustentável aos seus negócios os modelos de corte de custos excessivos promovem uma verdadeira extinção ainda incalculável do mercado.
Ouvindo as fervorosas discussões políticas por todos os lados do ônibus ao bar e até nos ambientes estéreis pelo verniz social vemos descambar o desabafo, funcionários empenham sua boa vontade com base nas posições dos seus “colegas” de trabalho e familiares abandonam o what’s up da família, e não é pelo excesso de bom dia!
Discussões binárias com pouca ou nenhuma capacidade de comprovação apenas ocultam o golden shower da crocodilagem que caminham pelos corredores em largos sorrisos com executivos, legislativos e judiciários entre santos e demônios enquanto a vida se torna cada vez mais impossível ainda muito longe da resposta da recorrente pergunta: Quando será o fim da última picada?
Restam aos patos aprenderem a caçar crocodilos, da mesma forma que o mercado, mesmo que tarde, se deu conta que a força do consumo está na atitude do consumidor, enquanto houver pato nadando no lago dos crocodilos continuarão como prato principal.
Não seja pato!
Até Breve.
Entrevista Completa: http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/guedes-critica-monopolio-da-petrobras-em-setor-petrolifero/7549888/
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Ministro da Fazenda,
Monopólio,
Pato,
Paulo Guedes,
Petrobrás
sexta-feira, 19 de abril de 2019
Tragédias planejadas
Se os últimos anos se arrastaram para acabar, seja pela fadiga financeira de uma promessa que não se cumpriu, ilusões frustradas de um futuro que insiste em não acontecer, discussões puídas, rivalidades politicas fictícias entre ele não e ele sim, 2019 veio para colocar cada ser vivo no seu devido lugar demarcado na poltrona da vida.
Expectadores incrédulos e impotentes das tragédias deste início de ano, entre rompimento de barragens que além das centenas de vidas soterradas e um rastro de destruição incalculável para contabilidade dos sobreviventes entre outros desastres ambientais dos quais não temos ingerência não podemos alegar que parte delas estavam fora do nosso controle.
As consequências decorrentes das ações do ser humano possuem métodos e conhecimento disponível para evitarmos ou mesmo conduzir sua evolução de forma profissional e positiva, e seguindo o princípio do direito que ninguém pode alegar o desconhecimento das leis, essas consequências são derivadas de interesses ou do descaso dos envolvidos.
Os maiores desafios das startups ou dos negócios iniciantes a é a superação do seu break even, seu ponto de equilíbrio, ou também chamado de payback. Todo empresário que inicia seu negócio concentra-se no produto ou serviço de sua especialidade, parte fundamental de qualquer business, no entanto, isso é a penas a ponta de uma cadeia de conhecimentos que o empreendedor terá que se preocupar para assegurar o equilíbrio financeiro do empreendimento.
Dessa forma, o planejamento é necessário para qualquer empreitada, ou seja, dimensionamento de mercado, pesquisa de concorrência, fornecedores, impostos, obrigações legais e administrativas para as devidas autorizações e alvarás estabelecendo não somente a estimativa do montante necessário para investimento como toda capacidade técnica envolvida.
Esse estudo que estabelece o valor de investimento inicial, custos que demandam especial atenção já que é ai que a grande maioria falha, no dimensionamento de capital para fluxo de caixa e o giro do negócio até sua maturação e que e as vendas sejam capaz de cobrir os custos fixos e variáveis com lucro. Um erro comum de dimensionamento, ou na subestimativa dos custos de venda que corroem o percentual de lucro podem causar prejuízo sem que empreendedor se de conta porque seu negócio parece prosperar mas na verdade não dá lucro, uma vez que vende mas não calculadas as margens adequadas ou os custos elevados muitas vezes pode ser fatal, levando o empreendedor buscar empréstimos com taxas acima do retorno que o negócio é capaz de gerar na expectativa de manter sua operação, mas na verdade gira em falso e enterra seus sonhos antes mesmo de começar.
Dessa forma o business plan deve ser usado como guia que estabelece os marcos de chegada para medição dos avanços e possíveis correções durante o processo, pois qualquer variação brusca nos custos pode comprometer o desempenho do negócio, até mesmo sua viabilidade.
O erro nesses modelos variam do risco de falência podendo chegar nos casos mais graves na criminalização da direção, traçando um paralelo desse cenário com a operação nas barragens da Vale do Rio Doce em Mariana e Brumadinho, a linha de investigação segue para identificar se de alguma forma os procedimentos tinham caráter institucional econômico para potencialização dos lucros, identificar possíveis medidas de redução dos parâmetros de segurança da construção ou pela sobrecarga da capacidade de armazenamento das barragens a fim de reduzir os custos.
Infelizmente neste caso nenhuma conclusão que os dados demonstrarão reparará as mortes ou os danos ambientais, consequência de um crime potencializado pela capacidade institucional de desenvolvimento humano irresponsável.
Até breve.
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