Algumas teses econômicas estabelecem que a cultura do brasileiro sustenta na facilidade de uma terra fértil e abundante a condescendência, flexibilidade até o desprezo pelas regras e consequentemente falta de organização e empenho para construção e desenvolvimento do país. Trocando em miúdos o que vem fácil, vai fácil.
Com características semi continentais que ultrapassam as dificuldades territoriais emaranham-se pelas diferenças culturais e engalfinham-se na desigualdade econômica de diversos países dentro de um só, as regionalidades sobrevoam a profundidade de entendimento em recorrentes figuras mitológicas humanamente impotentes diante da magnitude aritmética que sucumbem na loucura coletiva ao posto de divindade encarnada na popularidade.
Figuras celestiais rasteiras alçadas como predestinados a salvação da lavoura, disputam cada vez mais cedo a indicação do boi de piranha da vez, um único culpado das aflições de um povo machucado pela falta de investimentos, estagnação econômica, desemprego e oportunidades é garantida, salvaguardados pela pretensão inimputável de soluções estruturais de medidas administrativas descontinuadas.
Seguimos desorientados, confusos, batendo cabeça sem saber ao certo quem são os Brasileiros e Brasileiras que estão fartos do achincalhamento político, das promessas de caça aos marajás, das disputas por heranças amaldiçoadas e da cleptocracia generalizada, dos que se aproveitam da nossa incapacidade de organização e profunda dependência mítica para justificar as consequências binárias entre os que falam o que queremos ouvir, e os que nos contradizem.
Para quem não sabe aonde ir qualquer lugar serve, sem destino cada região atola na demagogia crônica da temporaneidade. Políticos Profissionais, orgulham-se alguns dos mais de 40 anos de vida pública, distanciados e distantes dos verdadeiros problemas. Agora, me digam, como um sujeito em sã consciência é capaz de orgulhar-se dos últimos 40 anos? Podemos chamar isso de vida pública? ou morte pública? Nossa média é péssima!
Brasil ocupa a 72º posição entre 140 que impõem a maior sobrecarga de regulações, excesso de autorizações e exigências burocráticas governamentais é um dos menos preparados para o “Future - ready”, adaptação da economia à nova revolução tecnológica segundo o Fórum Econômico Mundial.
A sobrecarga desnecessária de regulações além de travarem a abertura de novas empresas, investimentos para abertura e modernização industrial criam espaços para corrupção e decisões arbitrárias que provocam atrasos, aumentam os custos de transações, reduzem a prestação de contas (accountability) penalizam de forma desproporcional o cidadão médio e as empresas menores.
Essa letargia ineficaz estatal nos confere a 97º posição no quesito instituições pelo fraco desempenho do setor público e à percepção sobre altos níveis de corrupção no país. Numa América Latina vista como a região mais corrupta do mundo liderada pela Venezuela.
Como podemos discutir medidas organizacionais básicas de gestão administrativas que qualquer birosca tem que respeitar para manter suas portas abertas, se estamos flertando com a ineficiência institucional, leia-se falta de competência, recursos humanos e recursos financeiros para atender as mais variadas necessidades em tempo de escassez? com um legislativo tomado pela espetacularização midiática, desrespeito os indivíduos que impõem suas vontades intimidando e desqualificando interlocutores ideológicos na justificativa de compensações históricas?
Como bem usado na argumentação do vídeo abaixo, daqui trinta anos teremos os filhos da previdência, aqueles que foram prejudicados e já nasceram devendo R$ 300 mil para pagar a conta dos irresponsáveis que relativizam o que deve ser feito com o que gostaríamos que fosse feito.
O Brasil é um assalariado mínimo brasileiro criando três filhos adolescentes querendo calça de marca, tênis da moda, celular de última geração, tablet, computador e mesada para diversão. Qual é? Me digam, Qual é? O brasileiro que consegue a proeza de se livrar das dívidas nessas condições em um país em que essa armadilha econômica gera juros de mercado de 238%? Esse país é inviável!
Infelizmente.
Até Beve.
quinta-feira, 30 de maio de 2019
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Viramercial
Conceito de vídeos curtos de baixo custo para exposição e divulgação viral de marcas e produtos, a exemplo dos vídeos de entretenimento como “Porta dos Fundos”, “Parafernalia”, entre outros.
Grande parte do sucesso do cinema e da economia dos Estados Unidos se deve aos investimentos como política externa de governo a propaganda do American Way of Life, como referência de bem-estar.
Dessa forma, os filmes tinham como objetivo de superar os horrores da 1º e da 2º guerra mundial incentivando um modelo de comportamento baseado no desenvolvimento tecnológico e capacidade de fabricação em massa de consumo em grande escala. Assim toda a cadeia de acesso produtivo sustentou modernos e eficientes processos e linhas de montagens para fabricação dos mais variados produtos.
O cinema diminuiu e entrou nas casas através da televisão, marcas foram construídas e começaram a frequentar nossas salas, até na hora do jantar e se tornaram companhia onde comprar e desfrutar o tempo livre em atividade de lazer são o eixo central da existência.
Tudo isso é coisa do século passado, para os novos tempos a importância das plataformas digitais na comunicação comercial de marcas são evidenciadas na flexibilização de políticas comerciais de tempo de anúncio antes de intransigentes `30 segundos no horário nobre, passaram a `15 segundos com esforços dedicados para transposição da audiência da televisão para os aplicativos digitais afim de recuperar as perdas e manter o público cativo.
No entanto, a ansiedade na urgência dos resultados e avareza no planejamento de longo prazo desprezam a importância da persistência para alcançar a genialidade de figuras como Beethoven, Mozart e Picasso, que longe da precisão de acerto milimétrica abusaram da estatística produzindo em larga escala milhares de peças, sonetos, desenhos para enfim atingir o resultado esperado com uma fração de todo o volume produzido que os alçaram e os mantem na vanguarda dos 100 maiores inovadores de toda humanidade.
Boas ideias, inovações, das quais o mundo necessita não nasce de um dia para outro, tampouco do acaso, sorte ou prédisposição, deriva de um longo e árduo trabalho, de exaustão das ideias, diversas tentativas e erros até que em algum momento se cria algo diferente do espectro familiar. Pela ousadia de tentar algo diferente e seguir em frente como processo. Poucas empresas, menos ainda no Brasil investem em centros de pesquisa e desenvolvimento de ideias. Isso soa um universo muito distante, os poucos testes que se fazem são de praças, mas normalmente multinacionais lançam determinados produtos em regiões restritas a fim de dimensionar os resultados.
Por outro lado alguns segmentos já identificaram as facilidades e o jeito de fazer o seu comercial, com custos menores, de forma continua e muitos bem profissionais, assistimos uma enxurrada de milhares de novos vídeos sobre o mesmo assunto, cada um com melhores alternativas do que o outro, sempre com ideias milionárias de bons investimentos, cada um com a receita certa para fazer o seu bolo crescer, ou pior os abduzidores de cérebros dos adolescentes com conteúdo duvidoso, assim, entre consultores de investimentos e extraterrestres os números de novos vídeos do youtube não param de crescer.
Será que só eles podem aproveitar as facilidades de ter tudo na sua mão para crescer?
Vamos criar?
Até Breve.
Grande parte do sucesso do cinema e da economia dos Estados Unidos se deve aos investimentos como política externa de governo a propaganda do American Way of Life, como referência de bem-estar.
Dessa forma, os filmes tinham como objetivo de superar os horrores da 1º e da 2º guerra mundial incentivando um modelo de comportamento baseado no desenvolvimento tecnológico e capacidade de fabricação em massa de consumo em grande escala. Assim toda a cadeia de acesso produtivo sustentou modernos e eficientes processos e linhas de montagens para fabricação dos mais variados produtos.
O cinema diminuiu e entrou nas casas através da televisão, marcas foram construídas e começaram a frequentar nossas salas, até na hora do jantar e se tornaram companhia onde comprar e desfrutar o tempo livre em atividade de lazer são o eixo central da existência.
Tudo isso é coisa do século passado, para os novos tempos a importância das plataformas digitais na comunicação comercial de marcas são evidenciadas na flexibilização de políticas comerciais de tempo de anúncio antes de intransigentes `30 segundos no horário nobre, passaram a `15 segundos com esforços dedicados para transposição da audiência da televisão para os aplicativos digitais afim de recuperar as perdas e manter o público cativo.
No entanto, a ansiedade na urgência dos resultados e avareza no planejamento de longo prazo desprezam a importância da persistência para alcançar a genialidade de figuras como Beethoven, Mozart e Picasso, que longe da precisão de acerto milimétrica abusaram da estatística produzindo em larga escala milhares de peças, sonetos, desenhos para enfim atingir o resultado esperado com uma fração de todo o volume produzido que os alçaram e os mantem na vanguarda dos 100 maiores inovadores de toda humanidade.
Boas ideias, inovações, das quais o mundo necessita não nasce de um dia para outro, tampouco do acaso, sorte ou prédisposição, deriva de um longo e árduo trabalho, de exaustão das ideias, diversas tentativas e erros até que em algum momento se cria algo diferente do espectro familiar. Pela ousadia de tentar algo diferente e seguir em frente como processo. Poucas empresas, menos ainda no Brasil investem em centros de pesquisa e desenvolvimento de ideias. Isso soa um universo muito distante, os poucos testes que se fazem são de praças, mas normalmente multinacionais lançam determinados produtos em regiões restritas a fim de dimensionar os resultados.
Por outro lado alguns segmentos já identificaram as facilidades e o jeito de fazer o seu comercial, com custos menores, de forma continua e muitos bem profissionais, assistimos uma enxurrada de milhares de novos vídeos sobre o mesmo assunto, cada um com melhores alternativas do que o outro, sempre com ideias milionárias de bons investimentos, cada um com a receita certa para fazer o seu bolo crescer, ou pior os abduzidores de cérebros dos adolescentes com conteúdo duvidoso, assim, entre consultores de investimentos e extraterrestres os números de novos vídeos do youtube não param de crescer.
Será que só eles podem aproveitar as facilidades de ter tudo na sua mão para crescer?
Vamos criar?
Até Breve.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
GoT "The Big Planning"
Entre as diversas tramas explicitas e implícitas, Game of Thrones esconde sob série de TV uma verdadeira indústria, uma usina do entretenimento que chega a sua 8º e última temporada completando 10 anos de produção. Baseada nos livros A Song of Ice and Fire do escritor George RR Martin, Game of Thrones começou a ser produzida em 2010 pelos roteiristas David Benioff e D. B. Weiss para o canal de TV a cabo HBO.
Com a desculpa de série de TV podemos assistir um incrível modelo de gestão, estratégia, planejamento, operação logística e inovação. As cenas gravadas em locações da Irlanda do Norte, Croácia, Islândia e Espanha promovem um incrível catálogo turístico de encher os olhos. Considerado o maior elenco da televisão, uma verdadeira gestão de talentos que apenas durante a produção da terceira temporada tiveram 257 nomes no elenco, 5000 figurantes, sem contar com os 1000 profissionais de equipe técnica. Em 2014, vários contratos dos atores foram renegociados para incluir a opção de uma sétima temporada, e incluía aumentos de salário que supostamente fizeram do elenco o mais bem pago da televisão a cabo.
Não bastasse as dificuldades cenográficas da produção épica monumental a HBO encomendou uma língua própria dothraki que possuí som único e vocabulário de mais de 1.800 palavras e estrutura gramatical complexa para ser usada na série. De acordo com Ian Bogost autor e produtor de games, Game of Thrones sucede uma série de adaptações bem sucedidas, começando com a trilogia The Lord of the Rings, em 2001, e continuando com a série de filmes Harry Potter, que estabeleceram a fantasia como um gênero com um grande mercado lucrativo e qualidade artística. Game of Thrones é a série de maior audiência da HBO, alcançando uma média de 6.84 milhões de telespectadores na quarta temporada.
Na primeira temporada Game of Thrones obteve uma aprovação de 79/100, baseado em 28 avaliações, indicando "críticas geralmente favoráveis". Tom Goodman, em sua crítica para o The Hollywood Reporter, disse: "em alguns minutos da épica série da HBO, Game of Thrones, fica claro que a expectativa estava certa e que a espera valeu a pena". Mary McNamara do Los Angeles Times escreveu: "...uma grandiosa e trovejante série de intrigas políticas e psicológicas, eriçada com personagens vívidos, cruzadas com enredos tentadores e temperadas com um salpico de fantasia". A segunda temporada também foi muito bem recebida com uma aprovação de 88/100, baseado em 26 avaliações, indicando "aclamação universal".
Uma série amplificada pelas redes sociais, só no Twitter os internautas de todo o mundo, no total foram 7,8 milhões de tweets comentaram sobre o que acharam do terceiro episódio da oitava temporada. O Brasil ficou em 2º lugar atrás apenas dos EUA, entre análises, sátiras e comentários que surgem a cada semana, milhares de pessoas comentam tudo o que acontece em tempo real.
Segundo a Tribuna do norte, por qualquer aspecto que se observe, Game Of Trones é uma série cercada de números superlativos. Nunca antes na história, já ouvi isso em algum lugar, da TV mundial um produto custou tão caro, teve audiência maior, arrecadou tanto e faturou prêmios como a saga da HBO, que exibe a oitava e última temporada. Essa, aliás, foi anunciada como a mais cara de todos tempos, com um orçamento de US$ 15 milhões por episódio.
O retorno mostrou que cada centavo vale a pena. Segundo o jornal The New York Times, a série arredada US$ 1 bilhão anuais para a HBO.
A estreia do último dia 14 de abril foi exibida em 186 países, entres seus recordes o de pirataria não ficaria para trás, com mais de 1 bilhão de visualizações ilegais da 7º temporada.
O Maior maketplace da américa latina, o Mercado Livre registrou um aumento nos itens relacionados a série de 93% nas duas primeiras semanas do mês. No dia seguinte à estreia, no dia 15, os números foram ainda mais surpreendentes: 210% de disparada nas vendas.
O último episódio de GoT, o mais longo da série, com 82 minutos de duração, foi a produção mais ambiciosa de Game of Thrones, quase inteiramente composto por cenas de ação e de efeitos especiais, levou onze semanas para ser feito. Para encenar a batalha da noite os trabalhos tinham início às seis da tarde e podiam se estender até cinco da manhã do dia seguinte.
A estimativa é que as 55 noites de gravação com temperaturas negativas de -14ºC, aqueceram a economia gerando mais de 6 mil empregos entre diretos e indiretos na cidade de Belfast capital da Irlanda do Norte, e o turismo dos fãs injetaram 30 milhões de libras, ou R$153 milhões em reais na economia local.
A complexidade de produção para construção e execução das cenas envolvem tecnologia e expertise para confecção do cenário, equipamentos de cena e qualidade artística que conferem a série autenticidade comprovada pela crescente audiência a cada capítulo.
Um laboratório único que levam toda a equipe ao extremo no desenvolvimento de equipamentos, tecnologia e macetes únicos para surpreender a audiência inovação é fundamental. Os efeitos especiais se desdobram para realizar as adaptações necessárias possibilitando resistência aos longos períodos e as condições de gravação sem preder a fidelidade dos detalhes, resultado de um profundo trabalho de pesquisa e desenvolvimento.
Realmente um show admirável de gestão e programação em seus últimos episódios.
Dracarys,
Com a desculpa de série de TV podemos assistir um incrível modelo de gestão, estratégia, planejamento, operação logística e inovação. As cenas gravadas em locações da Irlanda do Norte, Croácia, Islândia e Espanha promovem um incrível catálogo turístico de encher os olhos. Considerado o maior elenco da televisão, uma verdadeira gestão de talentos que apenas durante a produção da terceira temporada tiveram 257 nomes no elenco, 5000 figurantes, sem contar com os 1000 profissionais de equipe técnica. Em 2014, vários contratos dos atores foram renegociados para incluir a opção de uma sétima temporada, e incluía aumentos de salário que supostamente fizeram do elenco o mais bem pago da televisão a cabo.
Não bastasse as dificuldades cenográficas da produção épica monumental a HBO encomendou uma língua própria dothraki que possuí som único e vocabulário de mais de 1.800 palavras e estrutura gramatical complexa para ser usada na série. De acordo com Ian Bogost autor e produtor de games, Game of Thrones sucede uma série de adaptações bem sucedidas, começando com a trilogia The Lord of the Rings, em 2001, e continuando com a série de filmes Harry Potter, que estabeleceram a fantasia como um gênero com um grande mercado lucrativo e qualidade artística. Game of Thrones é a série de maior audiência da HBO, alcançando uma média de 6.84 milhões de telespectadores na quarta temporada.
Na primeira temporada Game of Thrones obteve uma aprovação de 79/100, baseado em 28 avaliações, indicando "críticas geralmente favoráveis". Tom Goodman, em sua crítica para o The Hollywood Reporter, disse: "em alguns minutos da épica série da HBO, Game of Thrones, fica claro que a expectativa estava certa e que a espera valeu a pena". Mary McNamara do Los Angeles Times escreveu: "...uma grandiosa e trovejante série de intrigas políticas e psicológicas, eriçada com personagens vívidos, cruzadas com enredos tentadores e temperadas com um salpico de fantasia". A segunda temporada também foi muito bem recebida com uma aprovação de 88/100, baseado em 26 avaliações, indicando "aclamação universal".
Uma série amplificada pelas redes sociais, só no Twitter os internautas de todo o mundo, no total foram 7,8 milhões de tweets comentaram sobre o que acharam do terceiro episódio da oitava temporada. O Brasil ficou em 2º lugar atrás apenas dos EUA, entre análises, sátiras e comentários que surgem a cada semana, milhares de pessoas comentam tudo o que acontece em tempo real.
Segundo a Tribuna do norte, por qualquer aspecto que se observe, Game Of Trones é uma série cercada de números superlativos. Nunca antes na história, já ouvi isso em algum lugar, da TV mundial um produto custou tão caro, teve audiência maior, arrecadou tanto e faturou prêmios como a saga da HBO, que exibe a oitava e última temporada. Essa, aliás, foi anunciada como a mais cara de todos tempos, com um orçamento de US$ 15 milhões por episódio.
O retorno mostrou que cada centavo vale a pena. Segundo o jornal The New York Times, a série arredada US$ 1 bilhão anuais para a HBO.
A estreia do último dia 14 de abril foi exibida em 186 países, entres seus recordes o de pirataria não ficaria para trás, com mais de 1 bilhão de visualizações ilegais da 7º temporada.
O Maior maketplace da américa latina, o Mercado Livre registrou um aumento nos itens relacionados a série de 93% nas duas primeiras semanas do mês. No dia seguinte à estreia, no dia 15, os números foram ainda mais surpreendentes: 210% de disparada nas vendas.
O último episódio de GoT, o mais longo da série, com 82 minutos de duração, foi a produção mais ambiciosa de Game of Thrones, quase inteiramente composto por cenas de ação e de efeitos especiais, levou onze semanas para ser feito. Para encenar a batalha da noite os trabalhos tinham início às seis da tarde e podiam se estender até cinco da manhã do dia seguinte.
A estimativa é que as 55 noites de gravação com temperaturas negativas de -14ºC, aqueceram a economia gerando mais de 6 mil empregos entre diretos e indiretos na cidade de Belfast capital da Irlanda do Norte, e o turismo dos fãs injetaram 30 milhões de libras, ou R$153 milhões em reais na economia local.
A complexidade de produção para construção e execução das cenas envolvem tecnologia e expertise para confecção do cenário, equipamentos de cena e qualidade artística que conferem a série autenticidade comprovada pela crescente audiência a cada capítulo.
Um laboratório único que levam toda a equipe ao extremo no desenvolvimento de equipamentos, tecnologia e macetes únicos para surpreender a audiência inovação é fundamental. Os efeitos especiais se desdobram para realizar as adaptações necessárias possibilitando resistência aos longos períodos e as condições de gravação sem preder a fidelidade dos detalhes, resultado de um profundo trabalho de pesquisa e desenvolvimento.
Realmente um show admirável de gestão e programação em seus últimos episódios.
Dracarys,
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