sábado, 20 de fevereiro de 2010

Grande Negócio

A carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo, como bem disse o nosso grande poeta, Antonio Carlos Jobim, “O Brasil não é para amadores” e mesmo com o alto custo dos produtos, serviços e encargos financeiros o Brasil no “Rebolation” tem crescido e recentemente anunciou novas quedas do desemprego.

Motivos pra comemorar? Claro! Porem, se observarmos o tamanho desse país, o potencial humano desperdiçado pela falta de incentivos e investimento da indústria na base da política assistencialista, veremos que estamos nos contentando com muito pouco.

Qualquer empresário de uma empresa privada certamente já teria demitido o gestor desse negócio “Brasil” por falta de resultados como fez o Palmeiras demitindo o técnico Muricy Ramalho pelo mau desempenho do time e, veja bem, foram apenas 8 meses de trabalho, por favor, sem fazer paralelos, até por que, esse mesmo empresário não teria nem contratado alguém sem experiência e muito menos sem formação alguma, alias me desculpem, é sim formado, pela “escola da vida” e sabemos bem o que isso significa.

O desenvolvimento lento da indústria, a falta de investimento e interesse em se criar novos negócios gera um déficit de crescimento econômico x oportunidade, a mesma bolha criada na ditadura que resultou no que é chamada, década perdida, criou-se nos últimos 8 anos. Com a falta de novas propostas de desenvolvimento teremos no mínimo mais 8 anos pela frente até que as propostas do seu sucessor criem oportunidades reais para cada brasileiro.

Se por um lado a indústria cresce lenta pelos altos impostos, por outro a Igreja cresce em ritmo acelerado, pela falta de impostos. Proliferam Pastores, Apóstolos, Missionários e Bispos, compram emissoras de TV, criam suas próprias transmissoras de TV a Cabo, alugam estádios de futebol e transmitem ao vivo o show da Fé.org, quando não estão pedindo contribuições que chegam aos caixas livres de impostos.

Enquanto a China desenvolve métodos mais eficientes e baratos de produção e cresce a 11,4% , a Índia com soluções em tecnologia a 8,5% o Brasil em seus míseros 1,9% tem como principal proposta o Programa de Aceleração do Crescimento, uma piada nacional, que transforma todos os brasileiros em crentes na solução divina.



Propaganda, é a alma do negócio.

Até Breve.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Revolução Comportamental

Desde a revolução industrial não se via tanta novidade como a que a web tem proporcionado a cada upgrade, as mais diferentes ferramentas de comunicação direta na busca incansável pela preciosa lembrança do consumidor através da interação, seja surpreendendo no ponto de venda, inovando nas facilidades oferecidas, ou mesmo proporcionando momentos de descontração.

A web é cada dia mais o canal direto com o consumidor que busca algo mais dos serviços, não basta oferecer os melhores produtos a preços competitivos é preciso ter afinidade com a marca, acreditar na sua filosofia. Como Steve Jobs menciona em sua biografia a decisão por determinados produtos muitas vezes é tomada na mesa de jantar e, os argumentos de cada produto são analisados de acordo com os valores de cada membro da família, seja pelo design, capacidade, autonomia ou mesmo a simpatia que a marca desperta.

A grande vantagem desse ambiente virtual é a democratização, pensando de forma simples a TAP Transportes Aéreos Portugueses, reuniu profissionais de artes do corpo, mixou algumas músicas e fez muita gente por alguns instantes, preciosos minutos, parar para assistirem as intervenções realizadas primeiramente no Aeroporto Internacional do Rio, Antonio Carlos Jobim, e em seguida repetiu o sucesso da ação para alegria dos Paulistas que passavam pelo aeroporto de Guarulhos.



Embalado pelas férias, e na aderência dos brasileiros as redes sociais a Azul Linhas Aéreas criou seu próprio ambiente onde seus inscritos podem contar sobre as suas viagens, postar fotos e vídeos.



Visit Viajamos.com.br


A vida imita a arte e, a arte faz parte da vida de todos nós, inovando ou mesmo propondo releituras, pode ser a diferença na hora de despertar o interesse do consumidor.

Até Breve.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Grandes Redes

Com a estabilidade financeira do brasileiro e o nivelamento do crédito, os formatos de negócio baseado apenas no desejo de consumo da população, que antes observava apenas se a prestação cabia em seu bolso, não atinge os mesmos resultados.

Como Maslow demonstrou, os estágios do consumo iniciam nas necessidades básicas, passam pelo sentimento não apenas de pertencer, mas ser reconhecido em seu grupo até atingir o ápice, da satisfação pessoal.

É este o momento que separa os comerciantes dos empreendedores, enxergar alem do que os olhos vêem é fundamental para acertar o alvo e formular uma estratégia vencedora, observar a movimentação do mercado com analise critica de seus pontos fracos e real noção dos seus pontos fortes.

Leitura, tendência mundial de convergência digital, acesso subsidiado a rede para milhões de brasileiros, crescimento exponencial do comercio eletrônico e forte presença de pontos de venda da concorrência, mercado. Falta de estrutura operacional logística e know how para entrega a domicilio, pontos fracos. Eficiência dos processos, baixo custo operacional, alto rendimento individual, são os pontos fortes.

Com esse movimento a Companhia Brasileira de Distribuição volta a ser a maior rede de varejo do País e Abílio Diniz junta-se ao rol de empresários audaciosos como Roberto Setúbal, Norberto Odebrecht, Antonio Ermirio de Moraes. Unindo forças com a rede varejista mais popular de outro gigante, Samuel Klein, ampliou suas forças para criar condições competitivas de concorrência com outros monstros cada vez mais próximos dos brasileiros pelas ondas da rede mundial.



Vamos pescar!?

Até Breve.